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Arquivo de julho, 2009

Para sempre Catatau

30, julho, 2009

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“Difícil superar, já que cada perda é única em sua dor. Mais difícil ainda expressar em palavras a felicidade que ele nos proporcionou, e a falta que faz agora.

No ano passado, a OBA participou por 8 meses da Feira de Orgânicos da UFSC com o Brechó do Totó. Como bom anfitrião, Catatau nos recebia com alegria.

Presenciamos momentos inesquecíveis da vida do peludo: a participação ativa nas manifestações e protestos e, como bon vivant, também nas festas, shows e brincadeiras. Os trotes que vimos foram impagáveis: calouros passavam enfileirados, amarrados uns aos outros, sujos e descalços, visivelmente desconcertados. Mas o cãozinho rebolido e de olhar travesso ao final da fila, contente por participar de tal farra, deixava tudo mais leve e divertido.

Catatau nos deixa doces lembranças de amizade, solidariedade, amor pela vida. E ausente daqui, brilhará alto. Sempre, sempre!” 

Ana Lúcia Martendal – Diretora da OBA!

***

Para Catatau…

“Amigos,

Não pude conter a emoção e as lágrimas ao tomar conhecimento da insólita morte do Catatau. Esse alegre cãozinho foi mais um ser cuja doçura – tão comum nos cães e outros animais – deixará saudades para sempre.

Mesmo tendo tido uma vida razoavelmente boa – provavelmente muito melhor do que a de outros de sua espécie – Catatau simbolizava o descaso e o desafeto de uma cultura cuja relação com a natureza encontra-se intoxicada pela instrumentalização de tudo o que existe. Isso leva à ruptura com o outro, à autofagia e à destruição.

O campus da UFSC ficará mais triste para muitos de nós, embora não para todos, pois, se assim o fosse, não haveria tantos outros exemplares de “Catatau” perambulando sem rumo certo, com seus olhares inocentes e melancólicos.

Por um breve momento desejei que você fosse um cão desconhecido, sem cara. Que eu nunca o tivesse conhecido ou acariciado, para não ter que lamentar sua morte agora. Isso teria diminuído sobremaneira a dor da má notícia.

Mas não nos é permitido escapar de nossa própria afetividade e, com isso, só me resta celebrar o privilégio de tê-lo conhecido e dizer – Obrigada, Catatau, pela sua companhia em nossa passagem pelo planeta. Em meu coração você estará sempre vivo.

Paula”

Paula Brügger é professora do Departamento de Ecologia e Zoologia da UFSC.

***

A UFSC perde um líder

“Catatau, como era chamado pela maioria dos integrantes da comunidade universitária,  apareceu na UFSC em 1997, ainda filhote, com o seu irmão Euclides. Seu irmão foi doado, morrendo logo em seguida de cinomose. Mas ele, com sua missão já predestinada, permanece no campus. Como era idêntico ao seu irmão, era carinhosamente chamado de Clone pelas amigas da Matemática. Tinha outras alcunhas, entre elas, Zorro, Bruno e Danielzinho. Castrado no ano de 2005, fez seu pós-operatório no campus, sem deixar de participar de nenhuma atividade sequer.

É considerado o cão mais revolucionário que se tem notícias. Participou de diversos manifestos, assembleias, debates, passeatas, greves, acampamentos, barricadas, invasões, “sequestro” e até já foi cotado a candidato a Reitor. Bem, na cadeira do Reitor sei que ele já sentou … Sua presença era fidedigna nas recepções aos calouros, trotes, festas e até em rodinhas “fora da lei”.

Com aquele ar autoritário, às vezes maroto, às vezes traiçoeiro, Catatau conquistou a liderança no campus. Todos o conheciam, todos o respeitavam.

Querido por todos, Catatau ganhou espaço na internet, com aproximadamente 6.500 ocorrências. São diversos os sites, blogspots e fotologs que divulgam a sua história na UFSC.

Se ele vai fazer falta? Já está fazendo. O campus nunca mais será o mesmo. Pode-se dizer que Catatau era daqueles que iria chegar aos 100, para tanto, bastava que as lutas sociais não parassem. Ele será nome de turma entre formandos de 2009.1, mérito que muitos que se aposentam na UFSC não chegam a alcançar.

Sabem onde Catatau errou? Em acreditar muito nos homens … Não fosse isso, ainda estaria materialmente entre nós.

Enterrado em frente ao CCE, ao pé da “Pira da Resistência”, espera-se dedicar a esse cão uma homenagem para que todos saibam que uma vez na UFSC existiu um líder patudo.

… pobre daqueles que provocaram esta calamidade … que futuro os espera …!!!  “

 Rogeria D’El Rei Martins /UFSC

Luto

Siempre Che Catatau!

29, julho, 2009
Catatau: 1997-2009

Catatau: 1997-2009

 

“Em uma universidade marcada por tantas infelicidades chega mais uma notícia triste, dessas que nos deixam diminuído em nossa dignidade humana: Catatau foi encontrado morto num dos córregos que cortam a UFSC. Aquelas mesmas mãos que o acariciavam ali no campus conduziram seu corpo para deixá-lo repousado ali no jardim em frente ao CCE, onde ele sempre era visto e querido por todos nós.

O zumzumzum dessa notícia correu depressa entre aqueles que o amavam e, não foram poucos os que procuraram esse cantinho em sinal de respeito e carinho por um ser que tantas alegrias trouxe para os que circulavam por ali. Carinho e indignação se misturavam nas palavras e sentimentos de quem soube do que se passou, mesmo porque as causas e suspeitas de sua morte ainda deixam todos atônitos pela frieza e estupidez com que podem ter acontecido. E, aos poucos, vamos sabendo do que pode ter acontecido…

Numa universidade e entre tantas pessoas frias e estranhas ao amor e responsabilidade é singelo descobrir, na figura de um cachorro, algo que nos relembre o que vai além de nossa capacidade de zelar pelo bem público, de defender o direito dos simples e oprimidos, de estar presente no dia-a-dia e na luta por dias melhores no campus.

Nunca mais veremos aqueles jardins, salas, auditórios e corredores com o Catatau liderando as manifestações. E, setembro chegará brotando flores onde ele agora tira sua soneca eterna, velando nossa estupidez humana. Valeu, Catatau! Sua bandeira pirata tremulará ainda muitas vezes, inspirando a participação e o engajamento contra tantas cachorradas vividas nessa universidade…”

Por Leo Nogueira  

 

–> Leo é autor do blog Catatau Menezes, lançado em maio deste ano, quando nosso amigo peludo ainda agitava todas na UFSC. Clique na imagem para acessar o blog:

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Luto

Hasta la vitória compañero!

29, julho, 2009

catatau_cubo_01_05“Ele era o melhor de nós. Sempre estava ali, em todas as lutas. Nas passeatas, nas greves, nas campanhas eleitorais, nos shows de música, nos atos políticos, nas ocupações. Tinha o andar cadenciado, um jeito despojado, um certo ar de alheamento que era puro fingimento, pois estava sempre ligado nos fatos. Entrava nas formaturas, nas reuniões do Conselho Universitário, reuniões de CÃS, do colegiado. Tomava sol em frente ao Básico e acompanhava os estudantes nas filas do RU. Acompanhava a galera do Passe Livre ou qualquer outra muvuca que rolasse dentro da UFSC. Era um revolucionário genuíno. Virou Che Catatau.

Eu o vi na quinta-feira, em frente ao Elefante Branco, deitado, enquanto o Encontro Nacional de Estudantes de Economia fazia pausa para o almoço. Sentei do seu lado, falei com ele e lhe afaguei a cabeça. Não imaginava que jamais o tornaria a fazer. Agora me chega a notícia de que foi encontrado morto num dos córregos que cortam a UFSC. O Catatau se foi. Nunca mais veremos sua presença rebelde, tão mais rebelde que todos nós.

Foi enterrado no lugar que mais lhe faz justiça. Ao pé da “Pira da Resistência”, monumento erguido pelos trabalhadores, numa greve da qual ele também participou. Agora viverá para sempre em frente ao Básico, passo de praticamente todas as almas que freqüentam a universidade. Da terra onde está plantado brotarão flores e no lugar onde repousa seu corpinho marrom tremula a bandeira dos Cães Piratas, em homenagem ao seu líder, o líder de todos os “perros”: Catatau!

Ninguém ainda sabe ao certo se morreu de morte morrida ou se foi morto por alguém. Mas, saberemos. O Catatau era nossa alegria, nosso companheiro, nosso irmão. Sua presença querida se apagou, mas a lembrança do amado amigo seguirá viva em nós. Também é certo que nos dias de luta, os tantos que ainda estão por vir, se vislumbrará sua doce presença, passeando, curiosa, por entre nós. É duro ficar sem ele nesta universidade tão feia e triste. Mas, como todos os anjos, Catatau vive para sempre! Hasta la vitória compañero!”

Por Elaine Tavares

Fonte: Blog Elaine Tavares – Palavras Insurgentes

Luto

Uma Universidade boa pra cachorro!

29, julho, 2009

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“Acho que foi na semana passada, à tarde. Eu estava passando com alguém pela Concha Acústica da UFSC e vi aquele cachorro de sempre, que alguns chamavam de Catatau e outros tantos de outros nomes. Presença constante no campus, freguês assíduo nas quartas-feiras artísticas do Projeto 12:30.

Comentei com quem me acompanhava que aquele cachorro era muito especial, pois vivia pelo campus e tinha uma atitude que parecia compreender o propósito da universidade e lutar por ela.

Lembrei de um fato que ocorreu há alguns anos, num intervalo das programações artísticas da Sepex de 2005, quando um grupo de estudantes realizou uma manifestação em defesa do ensino público, gratuito e de qualidade. Como queriam fazer a manifestação utilizando-se da arte, bolaram um sketch teatral e organizaram um cortejo fúnebre, um cortejo com caixão de defunto e tudo.

Na hora marcada, o cortejo adentrou solenemente a lona da Sepex, percorreu os vários corredores da mostra e dirigiu-se ao palco, onde grupos artísticos da universidade e da comunidade se apresentavam durante o evento.

O som do bumbo, compassado e triste, profundo e solitário, anunciava com pesar o cortejo que vinha e pedia passagem. O público presente, numa respeitosa curiosidade, abria caminho e silenciava suas conversas e, condescendente, como quem dá um último adeus a alguém querido, acompanhava com os olhos o caixão do morto que passava. O morto era a educação brasileira, que agonizante morria de descaso.

Adiante do caixão, jovens universitários tristes – moças e rapazes – carregavam velas acesas nas mãos, como que postas em oração, e davam ao séquito mortuário um ar de sagrada seriedade. As moças, com lenços pretos na cabeça e a expressão desolada no rosto, afligiam a todos de compaixão.

O cortejo passava e distribuía cartas de manifesto conscientizando e clamando a todos, num clamor mudo, que pedia a adesão da população.
As pessoas se amontoavam para ver o cortejo passar, e espreitavam naquela curiosidade ansiosa de quem quer saber quem morreu.

E à frente de todos, como se fosse um universitário em passeata, um ator desse cortejo teatralizado, vinha o Catatau. Estava tão garboso, de cabeça altiva e cola empinada, como se nem cachorro fosse. Parecia uma personagem treinada especialmente para a ocasião. Sua performance causava admiração, sua postura impunha respeito, tinha uma atitude que parecia comprometido com a causa em luta.

O grupo chegou ao centro da lona, subiu ao palco, posicionou-se ao fundo da cena e, como que ensaiado, Catatau seguiu o seu roteiro, também subiu ao palco, tomou o seu lugar diante de todos, acomodou-se de frente para o público, sem tirar os olhos da platéia, e segurou entre as patas a carta manifesto que o grupo carregava. Estava montada a cena. Durante toda a manifestação Catatau ficou atento, como se entendesse as falas que lutavam por uma educação pública, gratuita e de qualidade.

Semanas atrás, quando vi o Catatau perto da concha, com satisfação lembrei desse ocorrido. Por um lapso de tempo pensei nesse cachorro tão presente na vida do campus, tão disposto e ativo, mas que um dia partiria e deixaria saudades. Hoje vejo uma foto dele na homenagem póstuma publicada na página da UFSC e de novo me vem a história que lembrei há poucos dias. Uma história de um momento tão singular que na ocasião cheguei a registrar em fotografia. Nem imaginava que a foto também pudesse servir para prestar a minha homenagem a essa figura simpática que participou de tantas lutas.

Que a UFSC continue sendo uma universidade excelente, ‘boa pra cachorro’! ”

Por Clóvis Werner / DAC: SECARTE: UFSC

Fonte: Agecom – Agência de Comunicação da UFSC

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O Che da UFSC

28, julho, 2009

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“A primeira vez que o vi, passava na frente do Centro de Cultura e Eventos da UFSC. Ele estava no topo das escadas, e seu olhar me fazia entender quem mandava ali. Acho que pelo meu ângulo de visão – eu embaixo, ele em cima – o apelido surgiu fácil: o chamamos de Reitor.

Logo depois fiquei sabendo que o nome que me veio à cabeça não havia sido dado à-toa, apesar de ele ser conhecido por diversas outras alcunhas. Era um líder nato: onde houvesse movimento, reivindicações ou festas, ali estaria, à frente das massas, mostrando o caminho. Com todo o carisma e a vocação política, foi lançado como candidato para ocupar o cargo máximo na reitoria. Blogs, panfletos, cartazes e camisetas lhe igualaram ao Che. Numa das manifestações, onde estudantes adentraram ao gabinete do reitor, em 2007, ele não se fez de rogado: sentou-se na cadeira magnífica.

O sofá e o tapete do gabinete, naquele dia, também serviram para aconchegar seu pequeno corpo rebelde. E em outra época, já acostumado a chamar a atenção, desfilou sobre a mesa do Auditório da Reitoria, contravenção devidamente registrada por uma emissora de TV. Com ou sem a burocracia eleitoral, já se sentia eleito, pois o que importava mesmo ele possuía: a espontânea aprovação popular.

Simples, como todos os seus semelhantes, almoçava no Restaurante Universitário, contentando-se com as sobras que lhe traziam os alunos. O campus era o seu quintal, onde passou 12 dos seus 12 anos, desde quando seu destino, imposto pelos homens, determinou que ali fosse abandonado à própria sorte. Mantinha, talvez por ter sido relegado, aquele olhar falso de indiferente superioridade. Falso, porque mostrava que ainda acreditava no ser humano quando alegremente se unia à bagunça cotidiana dos estudantes. Acho que seguia a filosofia de seu xará: “Hay que endurecerse, pero sin perder la ternura jamás”.

No frio mês de julho ele se foi, mais ou menos como o Che original, sem se despedir de ninguém. Foi enterrado em seu quintal querido, porque acredita-se que, apesar de algumas faltas e outra meia dúzia de necessidades, era o lugar que mais amava no mundo. Não era só um simples cachorro, ainda que cachorros simples e todos os outros animais também devessem merecer o direito à dignidade.

Che Catatau agora irá acompanhar as próximas manifestações lá de cima. Quem tiver ouvidos livres do especismo poderá escutar seus latidos a guiar os estudantes.”

Por Cláudia Schaun Reis/ Jornalista na Agecom – UFSC 
Foto: Leo Nogueira

Fonte: Agecom – Agência de Comunicação da UFSC

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Resumo da nossa semana

26, julho, 2009

21/07 – Terça-feira

Como a chuva deu uma trégua rápida no período da tarde, fomos à aldeia de Biguaçu. Faz uma semana de nossa última visita, a ração deixada já tinha terminado e os peludos estavam numa carência de dar dó (saímos de lá carimbados por patinhas enlameadas hehehe).

As crianças também estavam com saudades, até deixaram a brincadeira de lado para nos acompanhar – e ajudar. Confira as fotos:

 

Terminada a ação solidária, buscamos o Floc, cãozinho doce da Tapera que estava internado desde o início desse mês para tratamento de otite crônica.

Precisamos de ajuda no pagamento dos medicamentos, exame, internação e castração do Floc.

Zelotriloto:  R$ 49,90
2 otoguard: R$ 82,00
exame TSA ouvido: R$ 50,00
castração: R$ 50,00
banho e tosa: R$ 40,00
hospedagem: R$ 60,00
TOTAL: R$ 331,90

Nossa recompensa foi vê-lo completamente recuperado, de banho tomado, quilinhos a mais, castrado e feliz :-)

Nossa recompensa foi vê-lo completamente recuperado, de banho tomado, quilinhos a mais, castrado e feliz 🙂

22/07 – Quarta-feira

O Mutirão Mata-fome aconteceu no bairro Tapera. Visitamos o lixão que é habitado por uma dezena de peludos que ali foram abandonados. Claro, há sempre surpresas: abrigadas nos tubos de concreto, protegendo-se da chuva fria, duas mamães recém-chegadas cuidavam de seus bebês. No total, seis novos moradores. Mesmo com vagas de castração semanais na Prefeitura, está sendo difícil controlar a população de cães e gatos simplesmente porque pessoas desprezíveis não param de abandonar naquele bairro!!!

Beethoven, o cãozinho branco e peludo que aparece nas últimas fotos também foi jogado fora. Em busca de comida foi parar numa rua que, pra seu azar, moram outros cães famintos. Beethoven foi atacado pela matilha (lei da sobrevivência) e só não morreu porque uma senhora abençoada o socorreu. É daqueles peludos que de tão doce dá vontade de chorar. O fofinho aguarda adoção num lar de apoio. Algumas fotos da ação:

 

24/07- Sexta-feira

A missão do dia foi levar alimento e assistência aos animais das aldeias de Palhoça: Maciambu e Morro dos Cavalos. As fotos estão na máquina de uma voluntária. Assim que recebermos atualizaremos aqui, beleza?

25/07- Sábado

São Pedro e São Chico demoraram a entrar num acordo, deixando muitos voluntários confusos se teria ou não Cão Terapia, fazendo com que nosso encontro do Dia da AUmizade não contasse com tantas presenças como nossos amiguinhos ansiosos estão acostumados. Mesmo assim, todos receberam carinhos, quitutes e esticaram as perninhas.

O brilho ficou por conta de famílias que apareceram em busca de um AMICÃO, e duas em especial tornaram realidade o sonho de duas peludas queridas em encontrar um lar. Nossas amadas Lili e Guria foram A-DO-TA-DAS! Palavrinha mágica que coloca um sorriso no rosto de qualquer um que tem grande amor por esses seres tão adoráveis!

 

No domingo o Brechó do Totó na Lagoa foi cancelado por causa do mau tempo. Se não vendemos nossos artigos não captamos recursos; assim sendo, as castrações nas aldeias e os atendimentos emergenciais a animais em apuros não acontecem. Financie nossas ações e ajude-nos a ajudá-los!

Cão Terapia, Mutirão Mata-fome

Luto!

24, julho, 2009

Gente, é com o coração na mão que anuncio aqui a morte do Catatau.

O Catatau, para quem não conhece, é (bom, era, snif) o UFSCÃO mais descolado de toda a UFSC. Charmoso, engajado e altamente serelepe, marcava presença em todos os eventos universitários. Com certeza fará falta, e a ufsc não será a mesma sem ele.catatau

Para quem teve o prazer de conhecê-lo, imagino que partilhem da minha tristeza…

Fica aqui a homenagem…

RIP, fofonildo! Já alertei de sua chegada à ponte do arco-íris, e tenho certeza que serás bem recebido por lá.

Luto

Facilitador social

24, julho, 2009

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Você certamente já deve ter presenciado uma cena como esta inúmeras vezes: alguém está passeando acompanhado de seu cachorro, quando um desconhecido pára somente para elogiar o animal ou fazer um carinho nele.

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Pois é…
Embora não seja tão comum nos dias de hoje, principalmente nas grandes cidades, pararmos no meio da rua para conversarmos com pessoas que nem sequer conhecemos, a situação muda completamente de figura quando estamos ao lado de nossos animais de estimação.
Atualmente, estamos sempre correndo, atrasados, tentando multiplicar as horas do dia para dar conta de todas as tarefas. Agora, tudo é bem diferente quando estamos na companhia de um cachorro. A impressão é que as pessoas esquecem de todos aqueles tantos compromissos que consomem o tempo para interagir conosco, seja puxando conversa, brincando com o pet, ou simplesmente sorrindo e demonstrando simpatia. Mas por que isso acontece?
Vários estudos já comprovaram que, quando estamos com nosso cão, atraímos mais os olhares e a empatia das pessoas!

O animal acaba agindo como um “elo” ,
capaz de aproximar os seres humanos.

E isso ocorre porque o cachorro desempenha um papel essencial na hora de “quebrar o gelo”, no momento em que vamos estabelecer um primeiro contato com alguém que não ainda conhecemos.
De uma forma totalmente espontânea, o pet atrai a atenção de outros indivíduos que, com o intuito de se aproximar do cachorro, acabam interagindo também com o proprietário do animal, criando assim uma nova relação social.
Essa reação que a presença canina desempenha na interação entre dois ou mais seres humanos pode também ser observada no trânsito. Mesmo em meio um tráfego caótico, como é comum ocorrer nos grandes centros urbanos, se o cachorro
está a bordo do veículo, ganhamos mais sorrisos e acenos de mão. 
dr_pet_quebra_gelo_comentario01 E, muitas vezes, de encontros corriqueiros como estes, o papo pode até se estender entre pessoas que, em uma situação normal, nem sequer se cumprimentariam no meio da rua, mas que acabam interagindo somente por causa do cachorro.

Isso porque, a presença de nossos animais de estimação nos ajuda a aliviar os estados de tensão e a ansiedade, diminuindo o estresse do cotidiano e, mais do que isso, a companhia do cachorro aumenta a autoestima do próprio dono.
 dr_pet_quebra_gelo_assinatura_maoTambém vale frisar que esses benefícios são capazes de agir tanto no proprietário do animal, quanto na pessoa que está se aproximando dele naquele momento. 

Espero que tenha gostado! Abraços,

dr_pet_quebra_gelo_assinatura

 

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Link da matéria:

 http://www.merial.com.br/frontline/seu_pet_te_faz_bem/quebra_gelo/quebra_gelo.asp

Dicas

Conversando com cães e gatos

24, julho, 2009

Na revista GOL eles também estão com tudo

22, julho, 2009

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Revista GOL – julho 2009

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