Pequeno felino virou atração no antigo campo de concentração nazista. Foto: Kacper Pempel/Reuters
VARSÓVIA – A sobriedade do antigo campo de concentração de Auschwitz, que hoje abriga um museu, está sendo quebrada por uma presença inusitada: uma gata batizada de “Bruno”, que adotou o local como casa há algumas semanas.
Mesmo enfrentando o rigoroso inverno polonês, Bruno prefere ficar em uma cabana na entrada do campo do que ser levada dali.
Funcionários do museu já tentaram abrigá-la em suas casas, mas ela voltou para local, onde virou atração entre os turistas.
Jornais poloneses noticiaram que as autoridades pretendem colocar Bruno em um abrigo público, mas uma página no site de relacionamentos Facebook pede para que a gata continue no antigo campo de concentração.
Um tubarão-de-pontas-brancas-de-recife (Triaenodon obesus, também conhecido por tubarão galha branca de recife) é preparado pela veterinária Genevieve Dumonceaux para a primeira ressonância magnética do mundo de um tubarão vivo.
O animal, batizado de Número 3, vive no Aquário da Flórida, em Tampa. O procedimento pioneiro, realizado por sete especialistas, tem o objetivo de pavimentar o caminho para diagnósticos mais precisos de espécies marinhas no futuro.
Número 3 já está há meses gravemente doente, e os veterinários não conseguem determinar a causa. Os resultados do exame ainda estão sendo analisados, mas suspeita-se que ele tenha um objeto em forma de ficha de pôquer alojado em seu esôfago.
A espécie pode medir cerca de 1,5 metro (o galha branca oceânico é bem maior, chegando a cerca de 4,5 metros).
A cachorra sem raça definida Kinha, de 7 anos, foi a estrela de um concurso de fantasias de carnaval realizado na tarde desta segunda-feira (15) no Shopping Pátio Higienópolis, na região central de São Paulo. Com três patas, ela venceu seus concorrentes vestida de Branca de Neve e encheu de orgulho a proprietária, a veterinária Márcia Cury Cioffi, de 30 anos. “A gente viu um monte de cães de raça e acho importante lembrar que foi uma vira-lata que venceu”, disse ela depois do concurso.
Márcia contou que Kinha foi abandonada há 7 anos, com a pata traseira quebrada. Ela adotou a cachorra no Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo e o animal precisou ter a pata amputada. A história da cadelinha faz a veterinária ficar ainda mais feliz com o resultado do concurso. “Ela é uma cachorra extremamente feliz, nem percebe que tem só três patas”, contou. “E, vira-lata como ela, tem um monte esperando para ser adotado.”
Uma mãe e um filhote de bicho-preguiça mal alimentados e machucados, comprados numa feira por uma jovem que se sensibilizou com seu estado, não resistiram aos maus-tratos que sofreram e morreram menos de dois meses após chegarem ao Museu Paraense Emílio Goeldi, segundo informa a institutição.
Os animais estavam à venda por R$ 50 numa feira de Belém (PA). A jovem comprou os animais em julho e os entregou ao museu para que recebessem cuidados veterinários.
A comprovação de que os dois cães enterrados na Secretaria Regional do Costa e Silva estavam vivos antes de serem encobertos de terra era a peça que faltava para adiantar a investigação do caso. O laudo do exame feito nos animais informa que eles morreram por asfixia e não havia indícios de envenenamento.
Cópias do documento foram entregues à Secretaria de Gestão de Pessoas e também à polícia. O gerente exonerado e o maquinista acusado de sacrificar os bichos foram ouvidos nesta quinta pela delegada Ana Cláudia Pires. Eles insistiram na versão de que os animais já estavam mortos antes de serem enterrados.
Protestos intensos de ativistas dos direitos dos animais levaram cientistas a adiar um experimento de avalanche que envolvia enterrar porcos vivos na neve e acompanhar suas mortes.
O experimento de duas semanas pretendia determinar que fatores permitem aos seres humanos sobreviverem a uma avalanche em um bolsão de ar, até a chegada do resgate, sem sofrer dano cerebral permanente. Leia mais…
A cachorrinha Faith, que tem só duas patas, caminha em Nova York. Ela nasceu sem as patinhas dianteiras em 2002, em um abrigo de cães e foi rejeitada por sua mãe. Acabou sendo resgatada por Reuben Stringfellow, que então tinha 17 anos e passou a cuidar dela, com a ajuda de sua mãe, Jude Stringfellow. Faith aprendeu a andar só com as patinhas de trás, com muita habilidade.
Agora, ela roda os EUA ajudando as pessoas e foi nomeada sargenta honorária do Exército. Jude se tornou uma palestrante motivacional, escreveu dois livros e usa Faith como um exemplo ‘canino’ de superação. No ano que vem, eles devem se mudar para Chicago, Illinois, onde Jude vai escrever um terceiro livro sobre as façanhas da cachorrinha. Entre as tarefas diárias de Faith, estão aparições públicas e visitas a hospitais de veteranos de guerra e de soldados feridos em combate. A cachorrinha também adora interagir com crianças, segundo sua dona. A missão com Faith tornou-se especiail para Jude, cujo filho serviu no Iraque e está atualmente em uma base militar no Alasca, onde deve ficar até o final do ano.
Voluntários ajudaram a limpar a neve em abrigo próximo a Bucareste. Animais corriam risco de vida, segundo os donos do abrigo.
Cão observa fotógrago nesta quarta-feira (10) enquanto voluntário retira neve de abrigo de animais próximo a Bucareste, capital da Romênia. Voluntários e presidiários ajudaram a limpar o terreno, que estava ameaçando a vida dos animais do abrigo depois de mais um dia de fortes nevascas no sul do país. (Foto: AP)
Mesmo sem saber teclar, o cachorro chamado Guga ficou famoso na internet após ganhar o blog “Cara, cadê meu dono?” e milhares de divulgadores no Twitter ávidos por descobrir quem era o dono da criaturinha fofa, educada e limpinha que carregava apenas uma coleira vermelha sem identificação.
Guga foi encontrado pelo Twitter
Guga foi achado na manhã de sábado, dia 26 de setembro, quando estava perdido perambulando pela Rua Cardeal Arcoverde, em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo. Ele chamou a atenção da administradora de empresas Carolina Gradim, que passeava com a sua cachorrinha.
Carolina assumiu então a guarda temporária do cachorro, circulou com ele por alguns pet shops da redondeza na esperança de que alguém o reconhecesse. Sem sucesso, Guga foi para a casa da administradora, e três dias depois foi parar na agência de publicidade onde trabalha Tharso Vieira, cunhado de Carolina. Leia mais…
Clique na imagem para assinar a petição pelo Fim das Puxadas!
BASTA!
A SOCIEDADE PRECISA SE MOBILIZAR PARA QUE ESTA BARBÁRIE NÃO ACONTEÇA. NUNCA MAIS! CLIQUE NA IMAGEM PARA ACESSAR A CARTA-PROTESTO. POR FAVOR, ENVIE VÁRIAS VEZES ÀS AUTORIDADES CATARINENSES, QUE SE FAZEM DE CEGAS DIANTE DESSA VERGONHA!!!
"Não fique preocupado com críticas e não se interesse por elogios. Se você estiver interessado em ser elogiado pelos outros, então você não poderá ficar sem se importar com as críticas. Permaneça à distância. Elogio ou crítica, é a mesma coisa. Sucesso ou fracasso, é a mesma coisa." OSHO
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