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Amelie – adoção especial

14, dezembro, 2016

Doguinha – recuperação em tempo recorde!

14, dezembro, 2016

Há 45 dias, em uma de nossas visitas semanais à aldeia indígena Amaral, presenciamos uma cena desesperadora. Doguinha, uma cadelinha muito doce e querida desta comunidade, não conseguia se manter em pé. E no desejo de vir nos receber com festa – como sempre fazia – andava em círculos, caía e se machucava.

 

Não tivemos outra alternativa que não fosse resgatá-la. Doguinha possivelmente não sobreviveria um dia a mais se continuasse nesta comunidade. Ela estava com sintomas graves como tremores, convulsões e falta de equilíbrio. Os olhos apresentavam movimento involuntário muito rápido e de um lado para o outro, conhecido como Nistagmo, que dificulta muito a focalização das imagens.

O diagnóstico: Toxoplasmose.

O sistema nervoso estava em colapso, deixando-a totalmente dependente de cuidados. Ela não conseguia comer nem beber sem ajuda. E do jeito que se encontrava, poderia cair num córrego, buraco, ou até mesmo ser hostilizada por quem não compreendesse que esta doença é tratável e tem cura.

Mas ela foi resgatada, acolhida e nos dedicamos de corpo e alma para que sua recuperação viesse o mais rápido possível, pois ela se machucava mesmo quando estava deitada.

Ela também contou com o apoio de muitos amiguinhos patudos, também resgatados e que aguardam adoção.

 

Como Doguinha está agora? Ela anda, corre, brinca, sobe no sofá e come muito, muito bem, agora sozinha, sem precisar de ninguém para auxiliá-la.

CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR AO VÍDEO.

Nossa amiguinha recuperou sua saúde e qualidade de vida, então agora só falta uma nova família. Papai Noel, atende ao pedido dela?

Contato para adoção responsável: oba.floripa@gmail.com ou 99636-3547.

 

 

Ação em comunidades indígenas, Mutirão Mata-fome

Piutã voltou para casa

8, novembro, 2016
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Piutã retornou para casa recuperada, castrada e com muitos quilinhos a mais.

Piutã mora com uma senhora indígena no alto de uma montanha na aldeia Praia de Fora 2, em Palhoça. Ficamos cuidando dela por algumas semanas para tratamento de infecção e anemia. Assim que se restabeleceu foi castrada.

Quando foi internada (veja aqui: goo.gl/ePjRGN), estava tão fraca que foi levada no colo, assim como Lupi. Mas com Piutã foi ainda mais difícil; além de ser maior e mais pesada, a trilha na mata é beeem mais difícil e longa.

Ao retornar para casa foi recebida com lambeijinhos pelos seus filhotes e companheiros patudos. Seus bebezões estão crescendo com saúde e já ganharam a segunda dose de vacina importada. A senhora nos permitiu doá-los se encontrarmos novos lares para eles, pois já percebeu que é tarefa árdua cuidar de tantos animais.

Então vamos nos esforçar para que isto se concretize? Gigi, Rin-Tin-Tin, Valente e Nica estão completando 3 meses e serão porte médio.

 

Contato para adoção responsável: oba.floripa@gmail.com

Ação em comunidades indígenas, Mutirão Mata-fome

Mutirão Mata-Fome aldeia indígena M´Biguaçu – 06/11/2016

8, novembro, 2016

Lupi voltou para casa depois de três semanas para tratamento de erliquiose (doença do carrapato).

Quando foi internada, estava tão debilitada que não conseguia caminhar (veja aqui), então descemos a trilha com Lupi no colo. Desta vez, recuperada e cheia de energia, foi correndo na nossa frente.

Lupi voltando para casa.

Lupi voltando para casa.

 

A ração foi insuficiente, então visitamos poucas famílias.

Eles precisam muito da sua ajuda. Doe ração!

Eles precisam muito da sua ajuda. Doe ração!

Faltou ração, mas carinho sempre tem de sobra.

Né, Chokito?

Não é, Chokito?

Recadinho da Brida:

"Oi, amiguinhos!, O fim de ano está chegando, passou tão rápido que nós quase não percebemos!! Já está na hora de começarem a planejar as viagens de fim de ano, festas e tudo mais, não é mesmo? Mas estamos aqui para fazer um pedido especial: não se esqueçam de nós. A entrega da ração da semana só acontece com as doações de vocês. Nossos corações ficam bem quentinhos e cheios de amor quando recebemos nossa comidinha e carinho. Lambeijos e ronrons, Brida”

“Oi, amiguinhos!,
O fim de ano está chegando, passou tão rápido que nós quase não percebemos!!
Já está na hora de começarem a planejar as viagens de fim de ano, festas e tudo mais, não é mesmo? Mas estamos aqui para fazer um pedido especial: não se esqueçam de nós.
A entrega da ração da semana só acontece com as doações de vocês. Nossos corações ficam bem quentinhos e cheios de amor quando recebemos nossa comidinha e carinho.
Lambeijos e ronrons,
Brida”

 

Confira as fotos aqui. 

Ação em comunidades indígenas, Mutirão Mata-fome

Ação na aldeia indígena Amaral – Internação Doguinha – 03/11/2016

4, novembro, 2016

Desde maio deste ano, quando a OBA! passou a amparar dez comunidades indígenas da Grande Fpolis, nosso dia a dia tem sido assim:

Filhotes medicados.

Filhotes medicados.

Medicamos os patudos doentes da aldeia Amaral , sendo que Doguinha, uma das cadelinhas mais doces desta comunidade, precisou ser internada.

 

Doguinha possivelmente não sobreviveria se continuasse na comunidade. Ela está com toxoplasmose, com sintomas graves como tremores, convulsões e falta de equilíbrio. Como a doença pode atingir o sistema nervoso do animal, está totalmente dependente de cuidados.

Recebendo soro na clínica veterinária.

Recebendo soro na clínica veterinária.

 

Além de ração para cães e gatos, levamos comida farta para uma família de porquinhos. Tita, a mamãe, ficou feliz e agradecida ao ver tanta comida boa para ela e seus filhotinhos.

Tita e os filhotes devoraram a comida.

Tita e os filhotes devoraram a comida.

 

CLIQUE AQUI PARA CONFERIR O ÁLBUM DE FOTOS DESTE DIA. 

Ação em comunidades indígenas

Internação Doguinha – 03/11/2016

3, novembro, 2016

Mesmo com uma dívida alta na clínica veterinária, na visita à aldeia indígena Amaral não tivemos outra alternativa. Doguinha possivelmente não sobreviveria se continuasse na comunidade – assista ao vídeo para entender a gravidade:

Ela está com toxoplasmose, com sintomas graves como tremores, convulsões e falta de equilíbrio. Como a doença pode atingir o sistema nervoso do animal, Doguinha está totalmente dependente de cuidados.

Recebendo soro na clínica veterinária.

Recebendo soro na clínica veterinária.

 

Como ela não consegue se manter em pé e cai muito, colocamos um colchão para não se machucar.

Como ela não consegue se manter em pé e cai muito, colocamos um colchão para não se machucar.

O que nos mantém motivados e esperançosos é que já conseguimos recuperar alguns patudos que tiveram esta doença. Então com a Doguinha não será diferente, não é mesmo?

CLIQUE AQUI PARA CONFERIR O ÁLBUM DE FOTOS DESTE DIA. 

 

 

Ação em comunidades indígenas

Tita e seus porquinhos

3, novembro, 2016

Em nossa última visita à aldeia indígena Amaral retornamos para casa inconformados com a magreza de uma porquinha que estava amamentando.

Todas as segundas-feiras visitamos a aldeia indígena Amaral. Mas neste dia saímos da aldeia inconformados com a magreza de uma porquinha que estava amamentando.

Tita e seus bebês. (31/10/2016)

Então hoje retornamos com o carro cheio de frutas e verduras, além de um saco de ração que vai sustentá-los até nossa próxima visita.

Bebezinho feliz com uma banana.

Bebezinho feliz com uma banana.

Na semana passada, a OBA! realizou uma oficina educativa sobre Bem-Estar Animal nesta aldeia. Um dos temas abordados foi alimentação e cuidados básicos, onde reforçamos as responsabilidades ao assumir a guarda de um animal.

CLIQUE AQUI PARA CONFERIR O ÁLBUM DE FOTOS DESTE DIA. 

Ação em comunidades indígenas, Mutirão Mata-fome

Cirurgia do Bruce

31, outubro, 2016
Hoje foi o dia da cirurgia do Bruce, da aldeia indígena Morro dos Cavalos, Palhoça. Esse menino é tão querido que acordou da anestesia com o rabinho abanando.
 
Bruce foi internado há duas semanas com o olho esquerdo vazado, por isso a necessidade da enucleação do olho.

Ação em comunidades indígenas, Mutirão Mata-fome

AS PRESTAÇÕES DE SOCORRO NÃO PODEM PARAR!

31, outubro, 2016

Outubro se vai, e com ele precisamos nos livrar da dívida na clínica veterinária, que não estamos conseguindo liquidar, porque as prestações de socorro não param. Estamos amparando dez comunidades indígenas, então vocês já podem imaginar o tamanho do problema… e da conta no veterinário.

Toda doação, por menor que seja, fará a diferença na vida dos animais que dependem da nossa atitude e solidariedade para sobreviver.

Banco do Brasil (banco 001)
Agência: 1453-2
Conta Corrente: 36.798-2
Titular: Organização Bem-Animal
CNPJ: 09.454.046/0001-55

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Eleições 2016

30, outubro, 2016

Em breve saberemos quem será o futuro Prefeito de Florianópolis, portanto, fica nosso pedido para que a comemoração seja com alegria e consciência… sem barulhos ensurdecedores e sem o pânico causado pelos fogos de artifício.

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