Fuligem
Lindo e emocionante esse vídeo da ong Oito Vidas sobre o resgate do gatinho Fuligem, com um final pra lá de feliz : )
Música: Ron ron do gatinho – Adriana CalcanhotoLindo e emocionante esse vídeo da ong Oito Vidas sobre o resgate do gatinho Fuligem, com um final pra lá de feliz : )
Música: Ron ron do gatinho – Adriana CalcanhotoComo todos sabem, a Cão Terapia não traz só distração, exercício e alegria aos peludos do CCZ de Floripa. É uma grande vitrine para divulgar os amiguinhos queridos para adoção.
Quando as adoções acontecem, nos sentimos muito, mas muito, felizes e realizados, pois nada mais recompensador e gratificante do que ver os patudinhos em uma boa família. E no primeiro semestre deste ano muitos dos nossos fofuchos mudaram de endereço e de vida:

Mohara, que chegou bebê no CCZ, agora corre num gramado só seu.

Surfistinha ganhou um quintalzão e dois irmãos.

Vida (a menor) agora se chama Pimenta e se esbalda com a irmã Canela.
A lista de sortudos é grande (pena que é impossível lembrar de todos): Elis, Tati, Max, Xerxes, Dogão, Donna, Rocky e Brad, Barney, Liza, Chocolate, Boneca, Geraldo, Açucena, Lobo, Tata, Charlene, Rosito, Pimpa, Pimpolha, Arthur, Nina, Canjica, Baco, Pérola, Wendy, Apagão, Blackout, Zulu, Lúcia, Quitéria, Aramis, Brito, Nikita, Ariel, Covas, Silver, Scarlet, Manu, Silver, Emília, Ênia, Amêndoa, Caio e Richard, Tâmara, Madalena, Hanna, Pipoca, Dunga, Benji. E também dezenas de filhotes e vários gatos adultos, o que é ainda mais maravilhoso.
O nosso maior desejo é que todos estejam bem e sejam tratados com o carinho que merecem. E que a estrela de cada animalzinho que ainda continua no CCZ brilhe e que sejam abençoados com um lar.
A Cão Terapia é fundamental para preparar esses animais sofridos, desconfiados, apavorados e, algumas vezes, agressivos para adoção. Infelizmente, a cada semana surgem novos moradores no CCZ que precisam de ajuda. Por isso a participação dos voluntários é tão valiosa.
Seja um terapeuta do bem! Todos os sábados, sem chuva, ao lado do cemitério do Itacorubi, a partir das 14h30.
Você não pode ir na Cão Terapia? Então divulgue o projeto, doe petiscos ou apadrinhe um dos animais (cartaz, anúncio em jornal, foto em sites, blogs, orkut, facebook) para ajudá-lo a encontrar uma família.
As fotos da Cão Terapia estão sempre AQUI.

Enfim certo dia, numa tarde de Cão Terapia, fui escolhido. Acharam-me fofinho, gostaram de mim de verdade, de mim! Da pra acreditar? Minha nova família mora em outra cidade, então tive que viajar de carro pela primeira vez. Não entendi muito bem o que estava acontecendo, mas foi a melhor viagem da minha vida, porque eu estava indo para casa, finalmente para casa.
Ganhei uma caminha, uma roupinha, um cobertor.

Vasilhas de água, comida.
Ganhei uma coleira e vou passear sempre. Minha mamãe é a melhor do mundo e eu sou um cachorro feliz, finalmente!
Uma lambidinha carinhosa para vocês que me visitavam na Cão Terapia, saibam que estou mais contente do que imaginei ser possível!
***
Vamos ajudar as estrelas da Cão Terapia a encontrar uma família tão especial quanto a do Pongo?


Por Viviane Cerioli
13 de maio de 2007. A chuva insistia em continuar, e voltando de mais um dia de aula, decidi aproveitar que estava molhada mesmo, para ir a uma loja no caminho de casa. Estacionei minha moto e segui a pé até meu destino. Na volta, na caçamba de lixo de um grande supermercado, um saco preto me chamou a atenção em meio a tantos verdes padronizados do estabelecimento. Juro que não sei qual foi a real motivação que me fez ir até lá e ver o que tinha dentro. Dois olhos pretos se mexeram na minha direção, e só. A cachorrinha que se encontrava ali dentro não tinha forças para sequer levantar a cabeça, que dirá rasgar o plástico e se livrar da sua sentença de morte. Sempre fui muito sensível aos animais, mas jamais tinha me deparado com uma situação como essa, pois a vida dela dependia da minha ação. Sem saber direito o que fazer, tirei-a rapidamente de lá, e corri para o estacionamento subterrâneo do supermercado. Mas, e agora? Como é que vou levar esse bicho pra casa? Minha mãe vai me matar! Centenas de pensamentos rodopiaram dentro da minha cabeça.
Então, no meio daquela loucura toda, veio uma luz: vou ligar para a veterinária dos meus animais! E ligar como? se nem telefone eu tinha comigo. Larguei a cachorrinha ali, e subi correndo na recepção e pedi ajuda. Vitória! A Doutora estava a caminho! Aqueles minutos de espera pareceram horas!!!!
Várias pessoas vieram ver o que eu estava segurando no colo, e juro que me segurei para não matar alguém de tanta sandice que tive que escutar. A palavra “ser humano” mudou completamente de significado naquele instante.
Pude sentir na pele o que aquela cachorrinha passou; desprezo e asco era pouco para descrever os olhares que recebíamos. Quando a veterinária finalmente chegou e de pronto verificou seu estado grave de saúde , foi-se embora o mais rápido que pode com a sua mais nova paciente para a clínica. E eu, ainda chocada e com as pernas bambas, ensaiando alguns passos na direção da minha moto, pude ver de longe um pedaço de papel pendurado no retrovisor. Alguém tinha me escrito um bilhete, e ele dizia assim: “Anjo, parabéns pelo seu ato, são esses atos que enobrecem a alma da pessoa.”. Enquanto guardava-o na mochila, e o tenho guardado comigo até hoje, é que caiu a ficha: Era meu primeiro resgate!
Mal posso descrever o que senti naquele instante, mas só de lembrar meus olhos ficam marejados. Depois de um tempo, consegui chegar à clínica, e a Preta já estava recebendo os primeiros cuidados, bem como um soro intravenoso preparado com vitaminas e medicamentos. Batizei-a carinhosamente assim, pois essa era a cor dos únicos tufos de pelo que ainda lhe restavam. Além dos 4 tumores de mamas super evidentes – um chegava ao tamanho de um kiwi -, ela tinha um tumor de sticker* dependurado na vagina, de mais ou menos uns 10 cm. No ultrassom, o tamanho anormal do seu útero indicava uma infecção e no Raio X mostrava várias fraturas nas últimas vértebras da coluna e uma trinca na bacia, revelando então o porque dela não conseguir caminhar. Preta apresentava ainda infecção nos ouvidos, fungo e sarna, sem falar na grave desnutrição. Os olhos que estavam opacos e azulados e a falta dos dentes evidenciaram a sua idade avançada, e também o provável motivo do seu abandono: Velhice. Foram quase 2 horas de cirurgia, e a Preta resistiu bravamente!
Na sala de espera, fazia os cálculos de toda economia que eu teria que fazer para pagar a conta, e eu sei que não sairia barato. Tive até que vender umas coisas e pedir emprestado para cobrir todas as despesas.
Somente depois de 23 dias, quando eu estava entrando na sala onde ela estava, foi que Preta, pela primeira vez, abanou o rabo quando me viu! Senti um gosto salgado na boca, mal percebi que as lágrimas caíram. Preta permaneceu internada por 47 dias até que todos os seus cortes estivessem cicatrizados e seu pelo recuperado, mas ainda ficava a dúvida se ela voltaria a andar. E durante esse período eu quase morei dentro da clínica. A pior parte estava por vir: o que fazer com esse animalzinho agora? Quem é que adotaria uma cachorra velha e deficiente? A veterinária que tratou e cuidou dela não me deixava desistir e sempre me incentivava a continuar lutando pela recuperação dos movimentos, e no 49° dia ela firmou uma das patas traseiras. Foi uma festa!
Jamais imaginei que um ato tão simples, como o de caminhar, pudesse gerar um sentimento tão forte dentro de mim. E foi em meio à comemoração que Preta, com o olhos fixos em mim, deu seus primeiros passos e veio em minha direção, precisamente de encontro a minha mão e lambeu. Naquele instante, eu soube que meu coração pertencia a ela e o dela pertencia a mim. Para sempre.
Clique para ver os vídeos da Preta caminhando e com a sua família canina :
No começo, eu achava que estava apenas cuidando dos cães, mas não demorou muito para que eu percebesse que os cães estavam cuidando de mim também. ” Nancy Johnson
*É uma neoplasia (câncer) que normalmente ocorre em cães adultos. Muito comum em países de clima tropical e subtropical como o Brasil. Na maioria dos casos é transmitido via contato sexual (cruzamento). Outras formas de transmissão são relativas ao comportamento social dos cães como, farejar e lamber a área genital e até mesmo por ferimentos causados por mordidas. A transmissão é feita na forma de transplante das células neoplásicas (cancerosas) do animal doente para o são. Fonte: Webanimal.
“Uma história de amor sempre tem um começo, um meio, mas não tem um fim.”
A história dessa nova família começou há dois anos, ainda quando o canil municipal ficava em Barreiros/São José.

Brad e Rocky quando chegaram ao canil municipal, em 2008. Tinham em comum a desnutrição, o problema de pele e o pavor de pessoas.
Finalmente nesta semana, Brad e Rocky conheceram seu novo lar. Amigos inseparáveis, foram adotados pela Roberta, que mudou de apartamento para casa com quintal exclusivamente por eles. Isso sim é felicidade e amor, hein, meninos?
Além da mamãe Roberta, Brad tem uma madrinha muito querida, a Priscila. Clique aqui para ler o relato da Priscila sobre seu resgate.

Miguel Falabella acaba de adotar um animal abandonado. O ator e diretor contou a história em seu “Twitter”, na tarde desta segunda-feira (17).
“Fui tomar vacina e tinha uma confusão em Ipanema. Uma doida jogou uma cadelinha pra fora do carro e foi embora. Adotei. Batizei de Lakmé”, escreveu.
Depois, ele postou uma foto do cão em sua página na internet. Na legenda da imagem, ele escreveu: “Encontrada hoje na rua e já com cara de top”.
E em seguida, Miguel escreveu: “Quem não ama os animais, não ama gente”.
“Lakmé está na veterinária, sendo vacinada, banhada e mimada. Bebeu litros de água e comeu. Está magra, mas saudável, aparentemente”.
Fonte: Revista Quem
Eles foram abandonados, maltratados, passaram fome, frio, sede e medo. E agora conseguiram tudo o que mais queriam: um lar! Estamos falando dos 19 cães e uma gata que foram adotados no evento organizado pelo grupo ‘Adote 1 Dog’, no último sábado.
Na sexta, eles tomaram banho para ficarem bem perfumados. No sábado cedinho, foram enfeitados com lacinhos, gravatas e roupinhas de “adote-me”. No domingo, acordaram em uma caminha que pertence a eles, com uma família disposta a lhes dar muito amor e carinho. Quer fim de semana melhor que esse?
O primeiro do dia foi o Bartolomeu. Resgatado pele e osso, cheio de feridas, ficou em hospedagem e é agora um galã de cinema. Seus pelos champagne e carinha simpática conquistaram duas irmãs que logo depois de assinar o termo de adoção foram comprar comida, vasilhas e uma caminha para o Bartô.
Bartolomeu ao lado de suas novas tutoras e com a Rô (no centro), que o resgatou em péssimas condições de saúde.
Pouco depois dele, uma gatinha chegou em caixa de transporte e já conquistou corações de quem visitava o evento. A patudinha fora resgatada por um anjo de apenas 13 anos, que, preocupado com sua segurança, não a deixou sozinha nas ruas. E seu esforço deu resultado, apesar de não poder adotá-la, ele não desistiu e hoje ela tem uma família. Prova de que todos têm poder para ajudar, não?
Os outros 18 sortudos não têm histórias muito diferentes. Docinho, que ficou na casa de uma protetora por um ano, foi adotada ao fim do dia… e causou lágrimas de emoção – e saudade antecipada – na sua mamãe temporária. Aliás, protetores chorando pelo mesmo motivo foi o que não faltou.
Ju cuidou de Docinho por muitos meses. Finalmente conseguiu encontrar um lar amoroso para sua amiguinha peluda.
Porém, como nem todas as lágrimas são de emoção, nem todos os cachorros ganharam o abraço especial de um novo tutor. Nossa querida Anny estava, confesso, mais perfumada do que eu. Ela tinha dois lacinhos vermelhos nas orelhas e uma roupinha rosa com o escrito “Me adota?”. Infelizmente, ninguém respondeu que sim. E a Anny voltou órfã para o canil municipal. O Guismo também foi sozinho para a hospedagem. E a Princesa. Eles ainda estão esperando uma pessoa especial, e continuarão esperando até que um dedo aponte para eles.
Bom, se você busca um amigo, basta seguir os passos de outras 20 pessoas. Anny, Guismo, Princesa e centenas de outros animais abandonados estão com o coraçãozinho pronto para amar e se dedicar incondicionalmente. Que tal dar a eles uma chance mais do que merecida?
Mais fotos do evento AQUI.
(As fotos são de autoria de Sergio Parisi e Josiele Souza).
PS.: Infelizmente a família que adotou o Dengo irá devolvê-lo = (
Ontem de manhã, quando vi meus e-mails, a surpresa que alegrou o resto do dia: fotos do nosso querido Biscuit chegando em Campinas e conhecendo sua nova mamãe, a Mariana.
O cachorrinho que vi antes correr e brincar, e depois de coluna quebrada, sofrendo e paralítico, agora tem um lar onde há de receber muito carinho. Seu semblante sofrido já está mudando, os olhinhos já começam a ganhar interesse pela vida, que agora, para esse patudo, se resume à sua mamãe.
Deixo com vocês as fotos, para que seus dias também fiquem alegres com a certeza de ao menos um final feliz.

Biscuit no aeroporto de Campinas.

Conhecendo sua nova família.

A caminho de casa, onde será muito feliz : )
Mensagem que recebi no início da semana de minha mãe, que estava no aeroporto e acompanhou o encontro de Biscuit com sua nova família.
De: Regina Para: Giovanna Assunto: BISCUITFilha, hoje o meu email é para o Biscuit. bjs mamãe.
Ele chegou do céu, apesar de não ser as asas de um anjo, mas sim de um avião. Pousou no solo Campineiro debaixo de chuva onde um pequeno grupo o aguardava ansiosamente. Seus olhinhos estavam abertos, examinando os movimentos ao seu redor. Foi recebido com olhares de compaixão e amor. Em nossos corações o sentimento de Fé de que um dia ele será curado.
BISCUIT, ESTAMOS TORCENDO POR VOCÊ!
Família Chinellato.
A Organização Bem-Animal deseja, hoje e sempre, que todas as mães do mundo animal sejam felizes, em especial aquelas mamães humanas que abriram seu coração para um focinho carente. Afinal, mãe é aquela que ama incondicionalmente, que dá a própria vida e liberdade ao seu protegido, que conforta as lágrimas e educa as travessuras, que se orgulha com uma conquista e chora amargamente com pequenas derrotas.
Nesse dia dedicado a essas pessoas maravilhosas, a história de um filhotinho sofrido que saiu das trevas carregado por anjos, e está, agora mesmo, dormindo no colo de uma verdadeira Mãe.
Um mês atrás. Patudinho, pêlos pretos, correndo ao redor do grupo de voluntários que levava comida, vez ou outra aventurando-se a pegar uns grãos de ração, o cachorrinho tinha um pouco de medo daquelas pessoas estranhas, mas logo depois de comer saiu correndo para brincar com os amiguinhos.

Biscuit – Mutirão Mata-Fome 10/04/2010
Quinze dias atrás. Ainda patudinho com os pêlos pretos, dessa vez, nada de correr nem brincar, os voluntários do mutirão não viam mais semblante do filhotinho espoleta que conheceram, à sua frente apenas um animalzinho se arrastando machucado. Graças a verdadeiros anjos, o pequeno foi retirado da aldeia de Maciambu e levado para tratamento veterinário. Nas radiografias, uma lesão na medula.
Biscuit recebendo atendimento veterinário.
Hoje. Biscuit observava tudo com um olhar sonolento. As patinhas traseiras ainda com feridas de se arrastar, mas dessa vez ele não está numa aldeia de terra batida, ele está no Aeroporto de Florianópolis, dentro de uma gaiolinha para cães. Biscuit está embarcando com chofer para Campinas, São Paulo, onde irá conhecer sua nova mamãe, que, nesse feriado especial, ganhou o melhor presente de todos: o amor incondicional de um filho de quatro patas.

Chirley, professora da Unisul, empenhou-se na campanha para encontrar um lar amoroso para Biscuit.
O pequeno pretinho conseguiu uma casa depois de campanhas pela internet e muita ajuda de pessoas que se compadeceram de sua situação. Na semana de seu resgate, postamos informações no site da OBA!: “enquanto Biscuit permaneceu internado, recebendo cuidados intensivos, uma verdadeira corrente do bem se mobilizou para encontrar um lar amoroso e especial que o acolha. A sua estrelinha brilhou forte e uma pessoa maravilhosa, que mora no interior de São Paulo, ficou muito sensibilizada e tocada com sua história de vida, ainda tão breve e com tantas dificuldades. A nova mamãe do Biscuit já está se preparando para recebê-lo e se prontificou, inclusive, a ir até Campinas para buscá-lo no aeroporto.”
E realmente foi até Campinas. Mariana, de Itatiba SP, chegou cedo na cidade para esperar nosso sortudinho. Aqui em Floripa, Biscuit embarcou às 15h40, vestindo uma roupinha azul, num vôo com parentes de uma voluntária que por coincidência estavam indo para a região. O patudo dormiu o vôo todo, na área vip da aeronave. Chegando em terra, acordou a tempo de conhecer sua mamãe ainda no saguão. E já partiu com ela para um lar onde há de receber muito amor e carinho – tudo o que um cãozinho deseja.
Ele continuará recebendo tratamento e fazendo acupuntura, e possivelmente recuperará o movimento das patas, pois o rabo ele já consegue abanar – o que tem motivos de sobra para fazer. Porém, convenhamos, um filhote teve de quebrar a medula e ir até Itatiba para conseguir um lar. Será assim tão difícil fazer o bem? Todos os envolvidos na história garantem que não, adotar é fácil. Aliás, quem também está delirando de felicidade com a coisa toda é a Mariana, que ganhou um amigo todo especial.
FELIZ DIA DAS MÃES!
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