Arquivo

Arquivo da Categoria ‘Artigos’

Um por todos e todos por uma causa

18, março, 2012

Quando nos declaramos para a sociedade como amantes e protetores dos bichanos, entramos para o grande grupo dos dedicados à causa animal. É preciso ter consciência que a partir de então, não basta que as nossas ações sejam coerentes com nossas palavras, mais que isso, nós devemos nos tornar exemplo de como almejamos que as pessoas se tornem. E não falo só do comportamento em relação aos não humanos, mas em todos os aspectos da vida.  De que adianta propagar a castração se sua cadela tem crias consecutivas? Ou incentivar adoção se você adora comprar animais de raça? Falar em bem-estar animal quando você sequer sabe dar bom dia a uma pessoa?

Ser voluntário de uma ONG de proteção aos animais é também uma grande responsabilidade, pois nos tornamos parte de um todo, que já existia antes de nós, e que tem uma reputação a zelar. Temos em comum o amor pelos bichos, e devemos ser conscientes de que representamos aquela instituição aonde quer que vamos. Precisamos de pessoas agradáveis, conscientes, íntegras, honestas e dedicadas, que venham somar a nossa luta, e não depreciá-la.

Quantas vezes já vimos por aí uma corporação, empresa, associação ou marca ser condenada porque alguém daquele local cometeu um equívoco? Basta observar que quando um policial comete um crime, em seguida ouvimos: Polícia Militar é tudo assassino mesmo!

Está na hora de unir forças e sermos a semente da mudança, mas, primeiro, mudando o mundo dentro de nós e depois este aqui fora.

Artigos, Material Educativo, Reflita!

Como cuidar de gatos recém nascidos órfãos

12, fevereiro, 2012

Infelizmente a crueldade em tirar da mãe filhotes muito pequenos, bebês incapazes de sobreviver sozinhos, é coisa comum de acontecer.

Por incrível que pareça, alguns humanos acham “uma maldade castrar seus animais”, mas não vêem maldade em abandonar à própria sorte ou até mesmo sacrificar, filhotes que não desejam. Por isso, tantas pessoas encontram bebês gatos nas ruas.

Se isso acontecer, antes de tudo, não entre em pânico. Se você dispõe de paciência, tempo, amor e determinação, você está apto a realizar esta trabalhosa tarefa. E acredite, a recompensa pelo trabalho no final é imensa. É trabalhoso sim, mas o período mais difícil, trinta dias iniciais de vida, é bem curto.

Hoje existem produtos no mercado, como leite em pó para gatinhos e mamadeiras próprias, que facilitam bem a tarefa.

Leia mais…

Artigos, Dicas, Material Educativo

A dor de perder um companheiro animal

20, setembro, 2011

Amor é amor, sem forma, sem padrão, um sentimento inigualável que partilhamos com os animais. Só quem sente ou já sentiu sabe a força e o poder que ele tem, capaz de proporcionar situações e acontecimentos inexplicáveis. E a dor de perder alguém que amamos é um – se não o pior -, sentimento que experimentamos na vida, e a lei da natureza faz a maioria dos nossos “filhos” não humanos ir deste mundo antes que nós. Até hoje não sei se prefiro que partam ao meu lado ou que vivam mais que eu, só sei que cada um que se foi levou um pedaço de mim. Chorei, gritei, questionei, protestei, virei-me contra Deus, em toda morte de um companheiro animal meu, e sei que mais despedidas virão, dezenas, até centenas, quem sabe… Será que suportarei tantas ausências?

Conversando com minha psicóloga, sobre a falta de compreensão das pessoas ao me verem inconformada, depressiva, reclusa e de luto por um cão mais que especial que se foi, tive a confirmação que lá no fundo já sabia, mas precisava ouvir de alguém mestre no assunto: o falecimento de um ser amado que faz parte da sua vida sempre causará danos a nossa “estrutura” emocional, seja ele humano ou não, portanto o sofrimento é o mesmo pela partida de um bicho ou de uma pessoa, engana-se quem pensa o contrário.

Cada um expressa a angústia ao seu modo, no seu tempo, com quem se sente à vontade, contudo o mais importante é exteriorizar, por pra fora tudo aquilo que está te corroendo lá dentro. A palavra que mais gosto de dizer neste momento é ‘permita-se’. Não se envergonhe e nem se importe com o que vão dizer sobre suas lágrimas por sentir falta de quem você tanto ama. Faça o que sentir vontade, pois só você sabe o que seu patudo significa.

Assim que um bichinho meu se vai, costumo adotar outro logo em seguida, não no intuito de substituí-lo, mas para transformar a minha tristeza na alegria de um animal abandonado. Tenho certeza que aquele que se foi sente orgulho de que o fim da sua vida deu a oportunidade de salvar outra.

E anos depois,  quando você tem por superado, ao ver algo, sentir um cheiro, ou ouvir um som ou música, não se assuste se perceber um nó na garganta,  um aperto no peito e se pegar chorando de saudades do seu amor peludo.

Existem duas músicas que descobri a pouco tempo e que me ajudam muito a tolerar a separação: Nunca diga adeus e Uma vez mais – clique no nome para ouvir cada uma.

“Mas você partiu sem mim, e sei que estás em algum jardim entre as flores…”

Artigos, Reflita!

Devo cruzar meu animal?

18, agosto, 2011

Texto profundo, inteligente e muito esclarecedor. Por favor, leia até o final, vai valer muito a pena!

Todo mundo que tem uma fêmea pensa em cruzá-la ao menos uma vez. Ter uma ninhada parece coisa legal ­ mas cuidar de uma ninhada não é tão legal quanto parece. Criar cães envolve muito mais trabalho e responsabilidade do que as pessoas estão dispostas a ter. Antes de cruzar sua cadela, aqui alguns pontos importantes a considerar: Será que todos os filhotes encontrarão lares bons e permanentes? Estatísticas dos Estados Unidos falam que a cada hora nascem cerca de 2500 filhotes e 450 seres humanos. Portanto desde o nascimento, só um em cada quatro filhotes terá chances de encontrar um bom lar. Encontrar um lar permanente é ainda mais difícil somente um em cada 10 cães permanecem com seus donos originais por toda a sua vida. Cinco trocarão de dono antes de completar um ano de vida. E o saldo terminará em abrigos, abandonados ou indesejados. Mesmo que seu cão seja um cão de raça caro, seus filhotes estão sujeitos às mesmas estatísticas. Milhões de cães serão sacrificados anualmente em instituições ao redor do mundo já que não há lares suficientes para abrigá-los. Há tantos animais abandonados hoje em grandes cidades, que os legisladores já pensam em coibir ou limitar drasticamente a criação de cães.

Suas responsabilidades como criador/doador: você é pessoalmente responsável por cada filhote pelo resto de suas vidas. Sua responsabilidade não cessa no ato da venda/doação do filhote­ é bem aí que essa responsabilidade começa! Você é que vai ter que saber exatamente onde esses filhotes estarão daqui a seis meses, um ano ou cinco anos, e saber se os mesmos estão recebendo a atenção necessária. Você será responsável por todos os filhotes não vendidos/não doados e receber de volta aqueles que serão devolvidos após terem crescidos e seus donos não mais os quererem. Como somente um em cada 10 filhotes ficará com seu dono original por toda a sua vida, você terá que estar preparado a receber de volta uma boa parte de sua ninhada. A hora de se preparar para isso é agora ­ antes de trazer novos filhotes para esse mundo, não depois. Você terá espaço para esses cães? Tempo para cuidar deles? Parece que ter uma só ninhada não terá grande efeito sobre a população canina em geral ­mas se sua cadela tiver uma só ninhada de quatro filhotes e cada filhote produzir mais quatro filhotes, em 7 anos teremos 4.000 descendentes! Leia mais…

Artigos, Castração, Dicas, Material Educativo, Mundo Animal, Reflita!

Vegetarianos são capa da revista Planeta!

3, agosto, 2011

Revista Planeta de Agosto de 2011 diz que 4% dos jovens do Rio de Janeiro e São Paulo já são vegetarianos.

Para ver a matéria completa clique na imagem

Artigos, Dicas, Material Educativo, Vegetarianismo

O frio só tem charme para quem está abrigado!

29, junho, 2011

Ser um animal abandonado já é uma carga muito grande, agora imaginem o sofrimento deles no inverno?

Ofereça um cantinho, nem que seja na sua garagem, para abrigar, pelo menos durante a noite, um bichinho que está na rua.

Pode ser uma cama improvisada com uma caixinha de papelão com jornais ou panos, uma comidinha e um pote de água tornam perfeito aquele momento.

Se não puder oferecer um lugar, veja com seus vizinhos se alguém não têm um espaço disponível, pode ser para aquelas noites cruéis de inverno, que até nós, no conforto das nossas casas, temos dificuldade em nos manter aquecidos.

Caso exista algum terreno baldio ou algo similar que esses patudos fiquem, poderá organizar algumas casinhas para que eles possam recorrer para se abrigar.  Faça casinhas com bacia plástica, clique aqui e veja como.

Você terá em seu coração a certeza de ter salvo uma vida que sofre e sente como nós, mas infelizmente, não pode pedir por si.

Artigos, Dicas, Reflita!

Como dar o destino correto para os dejetos do seu bichinho!

17, junho, 2011

Como nós somos preocupados com o planeta, sempre trazemos informações que possam colaborar para um mundo melhor. Alguns dias atrás, enquanto o caminhão de lixo passava na minha rua, e os sofridos garis recolhiam os sacos, um deles rompeu-se jogando cocô para tudo que é lado, pois meu vizinho não tinha colocado estes resíduos em um plástico resistente para tal. Contudo, fiquei encucada. Se os nossos dejetos vão para uma fossa ou sistema de esgoto, por que nós jogamos no lixo comum os dos nossos animais? É o correto? São resíduos ou dejetos?

E pensando nisso, fomos falar com quem entende do assunto e eis a resposta da COMCAP:

De: Ouvidoria COMCAP *< ouvidorcomcap@pmf.sc.gov.br>
Data: 17 de junho de 2011
Assunto: Descarte de fezes de animais domésticos

Conforme orientação do nosso departamento de coleta, fezes de animais não são considerados resíduos sólidos domiciliares (lixo doméstico), e sim dejetos. Como tal, estes devem ter tratamento sanitário adequado, no caso, fossa séptica e rede de esgoto. Devem, portanto, como sugestão prática, serem depositadas na privada ou enterradas no quintal.

As fezes de animais, mesmo bem embaladas e coletadas por engano, quando são compactadas no caminhão de lixo respingam, exalando mau cheiro insuportável e risco de contaminação.

Os garis são orientados a abrir os sacos, quando suspeitam da presença destes materiais, e se de fato estiverem presentes, devolvê-los ao usuário.

É de se observar que seria muito alto o custo da cidade para levar fezes de cães ao aterro sanitário, uma vez que este tipo de resíduo pode ter um destino ambiental mais adequado na própria residência.
Já existe em alguns municípios, lei que inclusive penalizam os infratores com multas, mas ainda não há uma lei federal, estadual que regulamente sobre o destino final para fezes de animais.

Certos de sua colaboração, agradecemos pela sua participação e esperamos ter esclarecido sobre este assunto.

Atenciosamente

Mário Garcêz
Ouvidor

Para os gatinhos, já existem granulados sanitários que podem ser descartados no vaso sanitário, como: Mi&Au, Kitty Cat, Limpi Cat, DBest Bio, Cat´s Best etc. Leia sempre a indicação do fabricante.

Agora você já sabe: além de recolher o cocô do seu bichinho, dê o destino correto. A Natureza, o Planeta e nós agradecemos!

*Companhia Melhoramentos da Capital

Artigos, Material Educativo, Notícias

Abrigo não é a solução

17, junho, 2011

a-realidade

Por Marlene Nascimento

Muitas pessoas, ao se depararem com animais abandonados, logo pensam em enviá-los para um abrigo. Pensam que é a melhor solução para evitar o sofrimento do animal. No entanto, a maioria não tem conhecimento de como funciona um abrigo, ou nunca visitou um.

Abrigos mantêm os animais confinados como prisioneiros em canis muitas vezes sem o menor conforto, acontecem brigas, disputas por alimentação e espaço, estresse e, em alguns casos, até canibalismo. Sem falar que a simples existência de um abrigo estimula o abandono, pois muitas pessoas vão se sentir bem à vontade para abandonarem seus animais confiando na possibilidade de serem encaminhados para este “paraíso”.

Somos contra abrigos de animais. Abrigo nos lembra irresponsabilidade, abandono, exclusão, sofrimento e morte. Lutamos por um mundo melhor, sem violência e sem o sofrimento, como vamos compactuar com uma situação que não lembra em nada os nossos objetivos?

Leia mais…

Adote!, Artigos, Campanhas, Castração, Material Educativo, Perguntas Frequentes, Reflita!

Animais em condomínios, a eterna batalha!

14, junho, 2011

As convenções do edifício não podem extravasar assuntos legislados pelo Estado, como não existe Lei alguma proibindo a presença de animais domésticos no interior de unidades autônomas em condomínios horizontais, e se assim o fizer, é nula.

A Constituição Federal do Brasil regula o uso de nossa propriedade, garantindo que o nosso espaço não seja invadido por vizinhos que lhe queiram ditar o modo de viver, nem determinar o que deve ser adotado como procedimento da pessoa no convívio com os seus familiares.

Muitos tribunais têm decidido favoravelmente à permanência do bichinho no local, claro que observando alguns critérios, como: Segurança, Sossego e Saúde (Salubridade). Bom senso é a chave para a convivência pacífica. Portanto, se o animal não oferecer ameaça aos outros moradores, o juízo irá conceder-lhe o direito de ter o peludo no seu apartamento.

Leia mais…

Artigos, Material Educativo

Por mais de cem anos Pit Bulls servem de babás nos Estados Unidos – registro histórico do cão em fotografias

9, junho, 2011

Durante décadas o apelido do Pit Bull nos Estados Unidos  foi “The Nanny Dog”, ou ‘cão Babá’. Por gerações, se você tinha filhos e queria mantê-los seguros então você iria querer um pit bull, o cão que era tido como o mais confiável de qualquer raça com crianças ou adultos.

O cão babá é agora vilipendiado por uma mídia que sempre quer uma manchete sensacionalista, pois  ’HOMEM MORDIDO POR LHASA-APSO’  não vende jornais. Antes dos Pit Bulls foram Rottweilers, antes de Rottweilers foram Dobermans, e antes deles Pastores Alemães. Cada raça ao seu tempo foi considerada demasiado cruel e imprevisível para estar próxima de pessoas. Cada vez as pessoas queriam leis para proibi-las. É incrivelmente irônico que se tornou agora o centro das atenções esta raça que já foi considerada nossa babá nacional.

Em testes de temperança a raça mais tolerante foi o Golden Retriever. O segundo mais tolerante foi o Pit Bull.
As mandíbulas do Pit Bull não travam, e ele não tem a mordida mais forte entre os cães (Rottweilers têm essa honra), nem são naturalmente agressivos com humanos ou animais (de fato os filhotes de pit bull preferem a companhia humana à da sua mãe, duas semanas antes do que todos os outros cães ), e eles sentem dor, tanto quanto qualquer outra raça (pise acidentalmente em sua pata e você verá).

A mais tolerante das raças é agora vergonhosamente retratada como a mais perigosa. Seria engraçado se a nova reputação não significasse  6.000 mortes todos os dias, de longe, o maior número de sacrificados entre todas as raças.

(Fotos: Como você verá, do mais rico ao mais pobre e em todos os meios, na América, o pit bull era o cão para crianças…)

Para ver mais fotos clique aqui

Recebemos notícias de pit bulls espancados, toturados, queimados, abandonados e mortos todos os dias no Brasil. Lamentamos que uma raça seja massacrada dessa forma, onde o único responsável pelo comportamento agressivo é o que menos sofre com as consequências.

Por mais confiável que seja, jamais deixe uma criança e um cão juntos sem supervisão. Ambos não tem consciência das suas ações, cabe ao adulto mantê-los seguros e unidos.

Fonte: Yonah Ward Grossman

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Artigos, Notícias