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Arquivo da Categoria ‘Cartas’

Debate no DC: Vamos participar!

1, outubro, 2009

Por favor pessoal, peço que todos escrevam ao Diário Catarinense manisfestando-se acerca do ocorrido com a cachorrinha em São Pedro de Alcântara. Quem está por fora do ocorrido clique aqui.

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PARTICIPE!!!!

Cartas

Direito de resposta

1, outubro, 2009

Recebemos esta mensagem referente ao post “Campanha de ONG para crianças critica a atitude de tratar bem os animais”.

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Prezados,

Em respeito aos comentários postados neste site, gostaríamos de esclarecer que em momento algum pedimos que a população deixasse de cuidar dos animais para apadrinhar uma criança. Por isso usamos as expressões “o João pode ter uma vida tão boa quanto a do Leco” e, “ele também precisa de um melhor amigo”.

As crianças apadrinhadas têm famílias, mas encontram-se em situação de pobreza e vulnerabilidade social. O Fundo Cristão para Crianças é uma organização global e independente, sem qualquer vínculo religioso específico, e há 43 anos conta com apoio de padrinhos e madrinhas para elaborar e monitorar programas sociais que desenvolvam o potencial dessas crianças.

Essa campanha foi destinada para pessoas que entendem a importância da solidariedade e lamentamos que muitos dos comentários não levem em consideração as limitações das pessoas que vivem em situação de pobreza, sobretudo de educação e nível de esclarecimento para evitarem gravidez indesejada. Esse é um tema trabalhado por dois de nossos programas sociais. Para saber mais, acesse o site www.fundocristaoparacriancas.org.br.

Rodrigo Leite

Coordenador de Marketing e Mobilização de Recursos

Cartas

Li, nota 10 no DC

26, agosto, 2009

 

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Diário do Leitor – Diário Catarinense 26/08/2009

Cartas

Gratificante!

19, agosto, 2009

Lendo essas cartinhas hoje no DC fiquei feliz em perceber que “água mole pedra dura…” realmente dá resultado. Observem que nas duas os leitores responsabilizam as pessoas e não mais os animais, como vinha acontecendo anteriormente.

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img155Diário do Leitor – Diário Catarinense 19/08/2009

 

Cartas

Quem são os animais?

15, julho, 2009
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 Jornal Notícias do Dia – 14/07/2009

 

Livia e Denise – coordenadoras da Cão Terapia -, estão sempre atentas às notícias e nunca perdem a oportunidade de educar e conscientizar a população para a causa animal: 

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Jornal Notícias do Dia – 15/07/2009

Cartas

Sensibilidade

13, julho, 2009
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Diário Catarinense - diário do leitor – 09/07/2009

 

Diário Catarinense – diário do leitor – 13/07/2009

Sensibilidade

Meu apoio ao comentário de Larissa Ottati Cavalheiro, publicado em 09/07 no DC, sobre o gato que foi atendido em um hospital. A vida deve ser preservada em todas as suas formas! Também gostaria de cumprimentar a atitude dos funcionários que tentaram salvar o gatinho.

Este gesto humanitário foi uma clara demonstração de sensibilidade e respeito à vida.

Lívia Michels
Florianópolis

Cartas

EM DEFESA DOS ANIMAIS

2, julho, 2009

Fico chocada ao ver o quanto as pessoas são insensatas quando o assunto é saúde pública. Então ao ler a carta enviada e publicada no diário do leitor desta segunda feira, dia 29 de Junho, obviamente senti um choque.

É muito cômodo uma pessoa sugerir a proibição de circulação de animais de estimação nas vias públicas. Punir os animais pela irresponsabilidade humana parece ser a única alternativa para pessoas indispostas a reconhecer que problemas deste âmbito são de sua responsabilidade. SIM! De sua e de minha responsabilidade, bem como de seus pais e de seus filhos. Afinal, os animais, assim como nós, defecam por necessidades FISIOLÓGICAS, e não no intuito de poluir o ambiente. E cabe aos “donos” (embora ache esse termo de indicação de posse algo horrendo) de tais animais ter discernimento o suficiente para carregarem sempre consigo sacolas e água para fazer a devida higiene do local escolhido pelo animal para eliminação de seus dejetos.

Mas nossa responsabilidade não pára por aí, uma vez que nem todos os animais estão sob a tutela de alguém. Muito sabemos que existe uma “infinidade” de animais errantes nas ruas de nosso país, que como quaisquer outros, irracionais ou NÃO, também possuem necessidades corpóreas, e no entanto, nenhum humano para auxiliar em sua higiene. Tendo em mente que tais animais  não vagam as ruas por escolha individual, e sim porque homens e mulheres os descartam como meros objetos, não resta dúvida que esta é uma responsabilidade não apenas dos órgãos do governo, mas também social. Porque embora nem todos nós sejamos responsáveis diretos pelo abandono, é preciso lembrar que tais valores são passados culturalmente. Assim, se o abandono é praticado hoje, nossa geração foi mal-educada. Então cabe a cada um de nós, como cidadãos, reconhecer nosso DEVER (afinal, a cidadania não deve remeter apenas a nossos direitos), e educar não apenas nossos filhos, mas também todas aquelas pessoas em nosso alcance, para que tais práticas não sejam perpetuadas, e sim acabadas.

Por fim, concordo com o que foi dito a respeito da aplicação de multas. No entanto, que exista coerência na validação da lei. Que multas sejam aplicadas não apenas aos “donos” irresponsáveis que não recolhem as fezes de seus animais, mas também aos pais de crianças que jogam papéis de bala nas calçadas, aos fumantes que jogam chepas de cigarro pela janela de seus carros, aos que urinam em muros como se a razão lhes faltasse, aos que deixam lixo nas praias e nos mais diversos locais, enfim, que sejam aplicadas a todos que de alguma forma firam a saúde e a decência pública em alguma instância. E que os valores monetários arrecadados sejam aplicados em programas educacionais que transcindam os princípios matemáticos e gramaticais dos colégios, e explanem melhor os deveres naturalmente inerentes a todos os cidadãos, sejam relacionados à educação ambiental, aos direitos animais ou até mesmo noções básicas de respeito ao próximo.

Mariana Schneider

Cartas

Debate no DC

2, julho, 2009

Acompanhe as respostas de nossas queridas coordenadoras Denise e Lívia às críticas enviadas por dois senhores, um de Floripa e outro de São José, ao Diário do Leitor/ DC:

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Calçadas – Diário Catarinense – diário do leitor – 29/06/2009

Bem que a Prefeitura da Capital poderia aplicar as multas previstas em seu Código de Posturas àqueles condutores de cães e gatos que absurda e inconsequentemente deixam as fezes eliminadas nas calçadas. O artigo 27 do Código é claríssimo quando diz que “A ninguém é lícito, sob qualquer pretexto, deixar de recolher, nos logradouros públicos, os dejetos eliminados por animais de sua propriedade ou sob sua guarda.” A calçada da Travessa Madeira Neves, no Centro da Capital, por exemplo, é intransitável pela grande quantidade de dejetos deixados por pessoas que não conseguem perceber o perigo que esses dejetos oferecem à saúde pública.

Aliás, particularmente, acho que deveria ser terminantemente proibido circular com cães e gatos pelas nossas calçadas. Afinal, a calçada é um bem público que está sendo sujado pelos animais.

Adalberto Nicolazzi -  Florianópolis

Resposta da Denise – Coordenadora da Cão Terapia:

Calçadas – Diário Catarinense – diário do leitor – 01/07/2009

O senhor Adalberto Nizolazzi, em carta de 29 de junho, sugeria a aplicação de multas a proprietários de cães e gatos que fizerem suas necessidades nos passeios públicos, e foi mais além, dizendo que o melhor seria proibir o trânsito desses animais pelas áreas urbanas. Ora, em países do Primeiro Mundo cães e gatos, acompanhados de seus donos, não só circulam pelas calçadas, como também frequentam metrôs, hotéis, restaurantes, shoppings. Com relação à sujeira nas calçadas, vamos incluir pontas de cigarro, latinhas, papéis e lixo em geral. No que toca à sugestão de que se faça uma campanha educativa, concordo plenamente.

Denise Dechen – Por e-mail

 

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Animais – Diário Catarinense – diário do leitor – 14/06/2009

Sou morador de São José e, sempre que posso, deixo meu carro em casa e vou para o trabalho caminhando. O que mais se vê é uma vergonha: ruas, praças e calçadas defecadas pelos cachorros das madames. Está na hora de surgir uma lei municipal proibindo os proprietários de cães que vivem em apartamentos de levá-los para fazer suas necessidades nas ruas.

João Carlos Viero Advogado e contador – São José

Resposta da Lívia – Coordenadora da Cão Terapia:

Animais – Diário Catarinense – diário do leitor – 16/06/2009

No domingo 14 o DC publicou carta do senhor João Carlos Viero, de São José, na qual ele critica o fato de proprietários de cães não se preocuparem com a sujeira que estes fazem nos passeios públicos.

Realmente, é muito desagradável esta situação. Mas deveria surgir uma lei para obrigar os tutores dos animais a recolher os dejetos de seus amiguinhos, assim como ocorre em Florianópolis. Mas o problema vai muito além das madames mal-educadas com seus cães. Afinal, onde o leitor acha que os cães abandonados pelos “humanos” irão fazer suas necessidades? A cidade de São José deveria copiar os moldes da Coordenadoria de Bem-estar Animal de Florianópolis, que faz o controle populacional dos animais por meio da castração e realiza projetos educacionais com as pessoas.

Lívia Michels – Por e-mail

Cartas

Carta para a população de Fpolis

23, junho, 2009

Como voluntárias do Projeto Cão Terapia frequentamos todos os sábados à tarde o canil municipal de Florianópolis para passear com os cães que estão à espera de adoção. Diante dos últimos ataques feitos à Coordenadoria do Bem- Estar Animal, decidimos nos manifestar e convidar a população para conhecer de perto o trabalho desenvolvido por esse órgão. Trabalho este que está sendo referência nas cidades do Brasil afora.

Os cães ali são tratados com respeito e carinho por uma equipe qualificada e esforçada.

A cidade tem à disposição veterinários que saem a campo nos bairros carentes fazendo atendimento domiciliar. Toda semana são cadastrados animais da comunidade e transportados para castração. São realizadas em média 24 castrações ao dia de animais da população de baixa renda e dado atendimento ambulatorial gratuito intenso.

Alunos do 1º grau assistem semanalmente a palestras de conscientização realizadas no auditório local.

Desta forma, a Coobea desenvolve um trabalho para atacar pela raiz o problema da superpopulação, abandono e maus-tratos de animais: com EDUCAÇÃO-CASTRAÇÃO- ASSISTÊNCIA.

Enquanto em muitos CCZs do Brasil a prática de sacrifícios em massa dos animais saudáveis ainda acontece, a Coobea aboliu esta barbárie aqui em Florianópolis. Apenas recorrendo à eutanásia em casos extremos.

As limitações existem assim como em qualquer outro setor. É ingenuidade crer no contrário. Por isso a necessidade do apoio da comunidade para ampliar e ajudar a melhorar os serviços oferecidos.

É lamentável e irresponsável que um pequeno grupo de desafetos pessoais tente desmerecer o trabalho pioneiro realizado em benefício dos animais em nossa cidade, pois esta Coordenadoria foi conquistada com muita luta e dificuldade. E apesar de toda a força contrária, inacreditavelmente vinda de pessoas envolvidas no movimento de proteção animal, tem alcançado resultados muito positivos em direção a uma cidade mais justa e menos cruel para os nossos animais.

Denise Dechen, Livia Michels, Rosane Caxambu, Fabiana Bast, Mariana Schneider e Ana Lúcia Martendal – coordenadoras da Cão Terapia.

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