Leishmaniose visceral: o que você precisa saber
Está circulando a cartilha sobre leishmaniose visceral formulada pelo Instituto É o Bicho, com apoio de outras ONGs, inclusive da OBA.
Resultado de ampla pesquisa, traz informações importantíssimas sobre a leishmaniose visceral, doença que atinge humanos e bichos e que infelizmente chegou à nossa região.


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LEMBRE-SE:
- O animal doente não passa a doença para outros animais ou pessoas.
- Todas as pessoas têm o direito de tratar seus animais soropositivos.
- Leishmaniose tem tratamento. Mas é preciso um veterinário com autorização judicial, pois a portaria do Ministério da Saúde (da década de 1960) proíbe o tratamento e a vacinação, e o CRMV recomenda sua obediência.
- O tratamento do animal com leishmaniose exige responsabilidade e comprometimento, pois a doença não tem cura, apenas controle. O animal precisará de medicamentos rigorosamente administrados e exames periódicos praticamente pelo resto da vida.
- A Vigilância Sanitária não pode entrar nas residências sem autorização.
- Ninguém pode coletar material para exame do animal sem que o proprietário/tutor permita.
- É OBRIGATÓRIA a contrapova do exame se der positivo. E mesmo com segundo exame positivo, a doença só é confirmada através de exame parasitológico e exames complementares, pois se confunde com outras doenças.
- No animal tratado, há redução de transmissão, mas não há eliminação do parasita. Por isso o uso de repelentes deve ser contínuo.
- Prevenção é tudo: manter quintais capinados e limpos (sem fezes, folhas, frutos, lixo ou entulhos) e usar sistematicamente repelentes/inseticidas nos animais e ambientes.
- Nos ambientes: pulverizar quinzenalmente casinhas, varandas, móveis etc. com inseticidas à base de piretróide, permetrina, deltametrina ou cipermetrina (Butox, K-Othrine, Flytick etc.) ou óleo de Neen ou óleo de citronela. Todos à venda em agropecuárias e devem ser diluídos em água. Plantar citronela em vasos e canteiros ajuda a espantar os insetos.
- Nos animais: aplicar no pelo a cada 10 dias (ou conforme orientação veterinária) inseticidas à base de piretróide, permetrina, deltametrina, cipermetrina (Pulvex, Piodrex, Keltrina, Permenati, Pioletal, Tindal etc.) ou passar com mais frequência inseticidas naturais óleo de Neen ou óleo de citronela. A coleira Scalibor repele vários parasitas e tem eficácia de até 6 meses.
CUIDADO! Qualquer inseticida/repelente/coleira pode ser TÓXICO, mesmo os considerados naturais. Obedeça rigorosamente a dosagem e modo de preparo. Gatos e cães mais sensíveis não podem utilizar determinadas substâncias. Consulte um veterinário antes de usar qualquer produto nos animais ou nos ambientes.
- Tratamento: o veterinário e pesquisador André Luis Soares da Fonseca tem vasto material - www.fielamigo.com.br/trata/
- Mais informações do Dr. André Fonseca AQUI.
Foto gentilmente cedida por Fowler T. Braga Filho, do Projeto Focinhos Gelados – SP
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A terceira idade ficou mais longa também para os animais de estimação. Com os avanços da medicina veterinária e a proliferação de especializações da carreira – oncologistas, endócrinos, dentistas, oftalmologistas, homeopatas –, ficou mais fácil dar qualidade de vida aos animais idosos.
Felinos: Os tumores mais comuns entre gatos são carcinomas de pele em felinos despigmentados e linfomas.

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