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Arquivo da Categoria ‘Saúde Animal’

Leishmaniose visceral: o que você precisa saber

5, outubro, 2010

Está circulando a cartilha sobre leishmaniose visceral formulada pelo Instituto É o Bicho, com apoio de outras ONGs, inclusive da OBA.

Resultado de ampla pesquisa, traz  informações importantíssimas sobre a leishmaniose visceral, doença que atinge humanos e bichos e que infelizmente chegou à nossa região.

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(Visualize melhor esta imagem AQUI. Dica: use a lupa para ampliar a imagem.)

LEMBRE-SE:

- O animal doente não passa a doença para outros animais ou pessoas.

- Todas as pessoas têm o direito de tratar seus animais soropositivos.

- Leishmaniose tem tratamento. Mas é preciso um veterinário com autorização judicial, pois a portaria do Ministério da Saúde (da década de 1960) proíbe o tratamento e a vacinação, e o CRMV recomenda sua obediência.

- O tratamento do animal com leishmaniose exige responsabilidade e comprometimento, pois a doença não tem cura, apenas controle. O animal precisará de medicamentos rigorosamente administrados e exames periódicos praticamente pelo resto da vida.

- A Vigilância Sanitária não pode entrar nas residências sem autorização.

- Ninguém pode coletar material para exame do animal sem que o proprietário/tutor permita.

- É OBRIGATÓRIA a contrapova do exame se der positivo. E mesmo com segundo exame positivo, a doença só é confirmada através de exame parasitológico e exames complementares, pois se confunde com outras doenças.

- No animal tratado, há redução de transmissão, mas não há eliminação do parasita. Por isso o uso de repelentes deve ser contínuo.

Prevenção é tudo: manter quintais capinados e limpos (sem fezes, folhas, frutos, lixo ou entulhos) e usar sistematicamente repelentes/inseticidas nos animais e ambientes.

- Nos ambientes: pulverizar quinzenalmente casinhas, varandas, móveis etc. com inseticidas à base de piretróide, permetrina, deltametrina ou cipermetrina (Butox, K-Othrine, Flytick etc.) ou óleo de Neen ou óleo de citronela. Todos  à venda em agropecuárias e devem ser diluídos em água. Plantar citronela em vasos e canteiros ajuda a espantar os insetos.

- Nos animais: aplicar no pelo a cada 10 dias (ou conforme orientação veterinária) inseticidas à base de piretróide, permetrina, deltametrina, cipermetrina (Pulvex, Piodrex, Keltrina, Permenati, Pioletal, Tindal etc.) ou passar com mais frequência inseticidas naturais óleo de Neen ou óleo de citronela. A coleira Scalibor repele vários parasitas e tem eficácia de até  6 meses.

CUIDADO! Qualquer inseticida/repelente/coleira pode ser TÓXICO, mesmo os considerados naturais. Obedeça rigorosamente a dosagem e modo de preparo. Gatos e cães mais sensíveis não podem utilizar determinadas substâncias. Consulte um veterinário antes de usar qualquer produto nos animais ou nos ambientes.

- Tratamento: o veterinário e pesquisador André Luis Soares da Fonseca tem vasto material - www.fielamigo.com.br/trata/

- Mais informações do Dr. André Fonseca AQUI.

Saúde Animal

Seminário “Leishmaniose – da saúde pública ao bem-estar animal”

20, setembro, 2010

seminario leishmaniose floripaFoto gentilmente cedida por Fowler T. Braga Filho, do Projeto Focinhos Gelados – SP

Depois de assistir ao seminário que aconteceu no último sábado (18), chego a conclusão de que realmente o assunto é complexo com várias vertentes. Cada palestrante mostrou uma linha de enfrentamento para essa doença. Muitas divergências, o que só deixa claro que muito ainda se tem para ser investigado e estudado, e chegar a uma conclusão: Quem pode ser hospedeiro? Quem pode ser o vetor além do Flebótomo? Tratar ou exterminar? Podemos usar a Europa como referência, mesmo com clima, situação de saneamentos diferentes? E por aí vai…

Fato mesmo, é que precisamos informar e educar a população como proteger-se e também seus animais, não criar pânico. Deixar claro sobre o papel do cão nessa história como não sendo o único hospedeiro, mas o mais próximo e mais estudado até o momento. Cada indivíduo tem um papel importantíssimo neste processo. Cuidando dos seus animais com repelentes (coleira, óleo de Neem, citronela…), não permitir acúmulo de folhas ou qualquer matéria orgânica no seu quintal, recolher as fezes dos seus animais. Enfim, higiene, repelentes, uma saúde bem cuidada são formas de se proteger. Pelo perfil da ilha, rica em Mata Atlântica, logo, rica em matéria orgânica, um combate eficaz ao Flebótomo é difícil, então o objetivo é mantê-lo sob controle, enquanto as pesquisas avançam.

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Eventos, Saúde Animal

Pulgas, e agora? 2° Edição

28, maio, 2010

Muitas dúvidas surgiram depois do Post Pulgas, e agora?, lá você poderá encontrar muitas informações, mas o assunto é tão complexo que passo a escrever mais sobre ele.

Não existe solução barata ou mágica para um problema super complicado como o de infestação de pulgas ou carrapatos.

O que existe são ferramentas que,  quando usadas adequadamente, consegue-se o controle ou extermínio dessas “pragas”. Lembrando que todos nós somos partes da natureza e que quando elas passam a viver em um local é porque criamos condições para isso.

Leia mais…

Dicas, Saúde Animal

Ronronterapia

12, abril, 2010

Recebi por e-mail da querida protetora Elisangela Benedet e resolvi compartilhar com os leitores do blog e amantes dos gatos.

Claro que todos nós, apaixonados por animais, não precisamos de estudos científicos para constatar o quanto os nossos queridos companheiros de quatro patas nos fazem bem, mas é sempre bom saber que estes estudos existem e estão disponíveis para convencer até mesmo os mais descrentes.

Então leia abaixo a matéria sobre a Ronronterapia, divulgada no site repórter animal, publicada na revista Istoé:

Gatos têm poderes terapêuticos, aliviam o stress, a ansiedade e evitam até doenças cardíacas

Por: Verônica Mambrini

 

Perseguidos em diferentes épocas e vítimas históricas de preconceito, os gatos estão ganhando absolvição por meio de um papel inesperado: o de terapeutas. Em seu recém-lançado livro “La Ronron Thérapie”, a jornalista francesa Véronique Aïache explica, devidamente ancorada por trabalhos científicos, como o convívio com um bichano pode melhorar a vida das pessoas. Ela relata, por exemplo, pesquisas como a do veterinário francês Jean-Yves Gauchet, que testou o poder do ronrom – o som emanado pelos gatos quando estão em repouso – em 250 voluntários, submetidos a uma gravação de 30 minutos do ruído de Rouky, o gato do veterinário. Ao fim do estudo, os participantes declararam sentir mais bem-estar, serenidade e uma facilidade maior para dormir. O poder tranquilizante dos felinos foi o porto seguro da gerente comercial Cris Sakuraba, 46 anos. “Não desmerecendo o medicamento, mas minha gatinha mudou minha vida”, diz. Cris sofria de ansiedade, stress, depressão e agorafobia (medo de espaços abertos ou aglomerações), doenças que estavam minando sua qualidade de vida.“Agora estou 95% curada dos problemas.” A gatoterapeuta Marisa Paes afirma que é capaz de fazer até quem não gosta dos bichanos se beneficiar da presença deles. “Mesmo quem tem medo de gato me procura. Comigo como mediadora, a pessoa vai se desbloqueando”, afirma.

Os tratamentos terapêuticos envolvendo animais começaram a ser desenvolvidos no Brasil no começo da década de 50, pela psiquiatra Nise da Silveira. O tratamento foi uma alternativa com resultados palpáveis às terapêuticas agressivas, como lobotomia e eletrochoque. “Com o gato ronronando no colo, por exemplo, a pessoa desacelera, pois ocorre a mudança de frequência das ondas cerebrais do estado de alerta para o relaxamento”,  diz Hannelore Fuchs, doutora em psicologia e especialista na relação do ser humano com o animal. Faz sentido. A frequência do ronrom é entre 25 e 50 hertz, a mesma utilizadas na medicina esportiva para acelerar cicatrizações e recuperar lesões. No ano passado, a gigante de tecnologia Apple lançou em parceria com o veterinário Gauchet um aplicativo para iPhone que usa o ronrom para amenizar os efeitos que a diferença de fuso horário em viagens provoca. Um estudo de 2008 da Universidade de Minesota, nos Estados Unidos, mostrou que um bichano em casa reduz em até 30% o risco de ataque cardíaco, por ajudar a relaxar e aliviar o stress. Só  não pode ser alérgico a pelos.

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Fonte: Resvista Istoé, edição 2100, 5 fev 2010

Saúde Animal

Cão Terapia na revista TopMed

9, março, 2010

Dividimos com vocês a alegria de ter nosso projeto Cão Terapia divulgado numa revista totalmente voltada à saúde humana. Dá pra imaginar o quanto isso é importante e maravilhoso?

A TopMed Magazine publicou em sua edição de lançamento a reportagem “Eles só fazem o bem”, onde mostra que o contato com os animais traz benefícios, e que esta relação vai muito além da companhia, funcionando como verdadeira terapia.

Esperamos que sirva de exemplo às pessoas cujos médicos recomendam que se desfaçam de um animal por conta da saúde. São muitos bichinhos – gatos principalmente -, abandonados por prescrição médica.

Nosso super obrigada à Andréa Fischer pela excelente matéria, à TopMed pelo precioso espaço de divulgação, e à Publish, que nos enviou alguns exemplares da revista. Guardaremos com todo carinho : )

Para ler a reportagem na íntegra, clique na imagem abaixo. Para facilitar a leitura, utilize a lupa do Picasa.

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Artigos, Entrevista, Notícias, OBA na mídia, Saúde Animal

Cachorros também exigem cuidados na hora de correr

25, fevereiro, 2010

Que tal fazer seu cachorro gastar energia e, de quebra, ainda ficar em forma? Praticar um esporte é uma ótima ideia para passar o tempo juntos. A corrida, por exemplo, tem tudo para agradar, unindo diversão e exercício.
Veja as dicas abaixo para quem deseja praticar corrida e levar junto seu amigo de patas e clique aqui para ler a reportagem completa sobre os cuidados que eles merecem.

Veja 14 dicas abaixo:
1- Treine em horários mais frescos do dia.
2 - Dê preferência a parques e lugares tranquilos.
3 - Grama e terra batida são melhores para vocês dois: menos impacto.
4 - Mantenha-o bem hidratado: água antes, durante e depois.
5 - Não corra com “velhinhos”. Depois dos sete anos diminua o ritmo.
6 - Não corra com filhotes. Aos seis meses eles podem dar trotes curtos, mas só estão liberados depois de um ano.
7 - Use a coleira: mesmo que ele seja bem treinado, o cão ao lado pode não ser. Além disso, há o risco de atropelamento. Respeite também as outras pessoas, que podem ter medo.
8 – A coleira de pescoço pode causar trauma cervical em caso de movimento brusco: cuidado.
9 - Dê pouca comida antes do exercício.
10 - Use guias curtas, as compridas podem enroscar.
11 - Não use focinheira. Com a boca fechada, ele não conseguirá regular a temperatura corporal.
12 - Respeite o animal se ele não quiser correr.
13 - Leve uma sacola plástica caso ele faça as necessidades pelo caminho.
14 - Após as corridas, observe as almofadas das patas, veja se há sangue ou machucados

Fonte: Mania de Cão

Artigos, Dicas, Saúde Animal

Doenças causadas pelas pulgas.

22, fevereiro, 2010

Muitos proprietários desconhecem que a infestação por pulgas pode causar muito mais do que uma simples coceira nos cães e gatos. As pulgas podem causar danos diretos ou indiretos à saúde do animal. É bem verdade que no verão o problema aumenta, pois a pulga encontra condições muito favoráveis à sua reprodução, ou seja, calor e umidade. Mas é importantíssimo combatê-las, não só nos meses quentes, mas durante o ano todo.

A seguir, algumas doenças que seu animal pode apresentar quando infestado por pulgas:

Dermatite alérgica à picada de pulgas: é uma das alergias mais comuns nos cães e gatos. É um problema que pode ser transmitido dos pais para os descendentes. A saliva da pulga causa uma forte reação alérgica no animal, desencadeando um prurido (coceira) muito intenso. Queda de pêlos, feridas, descamação e mau cheiro são sinais clínicos freqüentes. Pode se desenvolver uma infecção na pele (piodermite). O tratamento é feito com antialérgicos, antibióticos (em muitos casos) e cicatrizantes. Como em qualquer outra alergia, não existe cura, apenas o controle. Os animais que desenvolvem a dermatite alérgica apresentam os sinais mesmo com pequenas infestações por pulgas. Assim, o combate ao parasita tem que ser intenso e é o único meio de se controlar a doença. Leia mais…

Artigos, Saúde Animal

Pulgas, e agora?

22, fevereiro, 2010

Com a pulga atrás da orelha(sai,sai!)…
Seu pet está se coçando desesperado? Perdendo pelo? Triste, infeliz, comendo pouco?  Hora de declarar guerra às pulgas!

Primeiro passo: conhecendo o inimigo!

Numa guerra, deve-se sempre conhecer o inimigo, por isso, soldado, comece a tomar notas!

As pulgas são artrópodes hematófagos (se alimentam de sangue). As mais comuns nos cães e gatos são as espécies Ctenocephalides canis e Ctenocephalides felis.

Essas pulguinhas costumam colocar seus ovos nos locais mais frequentados pelos hospedeiro (como a caminha/almofada, casinha, tapete…). Os ovos parecem com grãozinhos de areia branco-perolados (se o seu pet está infestado por pulgas você provavelmente já achou essa “areinha” na caminha ou almofada). As fêmeas podem botar até 50 ovos por dia (dando um total de +- 2mil ovos em toda a sua vida!) e em 12 a 34 dias esses ovinhos já tornam novos vampirinho adultos, prontinhos para infestar seu bichinho!

As pulgas podem causar reação alérgica em animais mais sensíveis, além de transmitir doenças e parasitos (clique aqui e veja quais). Animais mais jovens ou muito debilitados e com uma grande quantidade de pulgas podem chegar a apresentar anemia.

Mas, o principal é a irritação que as pulgas causam. Imagine você, infestado por vampirinhos mirins que ficam pulando de um lado pro outro?! Deixa qualquer um maluco! O animal começa a perder peso por não querer mais se alimentar, fica infeliz, estressado….terrível! Leia mais…

Artigos, Saúde Animal

Pequeno manual para manter o seu animal idoso saudável e feliz

19, fevereiro, 2010

A terceira idade ficou mais longa também para os animais de estimação. Com os avanços da medicina veterinária e a proliferação de especializações da carreira – oncologistas, endócrinos, dentistas, oftalmologistas, homeopatas –, ficou mais fácil dar qualidade de vida aos animais idosos.

“A gerontologia e a geriatria são algumas das áreas veterinárias com maior crescimento nos últimos anos”, diz Ricardo Duarte, coordenador científico do HOVET Pompeia. “Hoje em dia, detectar uma doença grave não significa mais uma sentença de morte para o animal.”

Mas, afinal, quando eles ficam idosos? “A entrada do cão na velhice é determinada por seu porte”, diz Marcelo Quinzani, diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care. “Os de raças maiores têm o metabolismo mais acelerado e chegam à terceira idade com 8 anos. Os menores envelhecem mais devagar e são considerados idosos com 10 anos.” Segundo Quinzani, entre os gatos não há diferença, todos ficam idosos aos 8 anos. O diretor calcula que, atualmente, a expectativa de vida de cães grandes é de 10 a 12 anos e de pequenos e médios de 13 a 18 anos. Felinos vivem de 18 a 20 anos. Ou seja: gatos passam mais da metade da vida na terceira idade.

Aumento da expectativa de vida é sinônimo de doenças da velhice (veja a seguir). A boa notícia é que exames e tratamentos para bichos estão mais sofisticados. Porém, exigem do dono uma boa saúde financeira. No Hospital Veterinário Sena Madureira, há tomografia computadorizada para investigar tumores (a partir de R$ 850), hemodiálise para bichos com insuficiência renal (R$ 700 por sessão), entre outros.

De olho nesse mercado, são criados pacotes de check-up promocionais e planos de saúde por acúmulo de pontos. “O empenho dos donos, e não só os de alto poder aquisitivo, é decisivo para o aumento da sobrevida dos pets”, diz Vivianne Imagawa, veterinária geriatra do Sena Madureira.

Doenças que seu pet pode ter

Câncer: É comum depois dos 7 anos. Há predisposição racial. Tumores em rottweiler, fila-brasileiro, bullmastif e mastin-napolitano. Linfomas atingem boxers, golden retrievers e são-bernardos.

0,,35476443,00Felinos: Os tumores mais comuns entre gatos são carcinomas de pele em felinos despigmentados e linfomas.

Catarata: Acontece após os 6 anos em raças pequenas de cães, como poodle, schnauzer e maltês. É rara em gatos.

Colesterol alto: Ocorre em cães obesos e com problema de tireoide. Os schnauzers têm grande predisposição. Não é comum em gatos.

Diabetes: É relativamente comum em ambas as espécies, especialmente fêmeas de raças pequenas.

Insuficiência renal: Ocorre em cães, depois de 10 anos, em todas as raças e tamanhos. Atinge muitos cockers e poodles. Alta incidência em gatos persas e de pelo longo.

Cardiopatias: Comuns em gatos persas e em cães como poodle, yorkshire, cocker e pincher.

Obesidade: Ocorre em cães com alimentação inadequada e falta de exercício físico. Raças com propensão: beagle, labrador, cocker, dachshund e collie. Nos gatos, há maior incidência em raças de pelo curto.

Costas: Problemas na coluna, hérnia de disco e calcificação são comuns em dachshund, pequinês, beagle, poodle, cocker, shitzu, lhasa apso. Bicos de papagaio acometem pastor alemão, dog alemão e são bernardo. O doberman tem predisposição a alterações no final da coluna e os menores no início.

Fonte: Revista Época

Dicas, Saúde Animal

Florais de Saint Germain também para os animais

5, novembro, 2009

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ABATIMENTO: Embaúba, Ipê Roxo, Bom Dia.

AGITAÇÃO: Cidreira, Allium, São Miguel, Patiens, Gloxínia, Goiaba, Melissa, Scorpius.

AGRESSIVIDADE: Melissa, Allium, São Miguel, Embaúba, Patiens, Verbena, Sorgo, Grandiflora, Scorpius.

AMAMENTAÇÃO estreitar os laços energéticos afetivos entre a mãe e o filhote: Leucantha.

ALERGIA DA PELE – rompimento energético – afetivo com a mãe devido afastamento do filhote ou alergias e problemas de pele ou pêlo em animais adultos que sofreram afastamento da mão quando filhotes: Tuia, Leucantha. Limão, Sapientum, Ipê Roxo, Varus, Incensum, Allium, São Miguel, Arnica Silvestre, Panicum, Goiaba, Focum.

ANIMAIS RETIRADOS MUITO CEDO DA MÃE: Focum, Goiaba, Panicum, Leucantha, Perpétua.

AMOR POSSESSIVO: Erbim, Leucantha, Embaúba, Melissa, Limão, Grandiflora.

AMPUTAÇÃO DE MEMBROS – proteção, coragem e alívio: Allium, São Miguel, Arnica Silvestre, Algodão.

ANEROXÍA: Allium, Amygdalus, Erianthun, São Miguel, Limão, Cidreira, Ipê Roxo, Embaúba, Verbena, Melissa, Leucantha.

AUTOCURA – dificuldade da cura no animal: Arnica Silvestre.

AUTOESTIMA – BAIXA: Aloe, Gloxínia.

BLOQUEIO DA COMUNICAÇÃO ENTRE MÃE E FILHOTES: Leucantha, Melissa, Allium, São Miguel, Triunfo, Limão, Sorgo, Embaúba.

BLOQUEIO ENERGÉTICO NA REGIÃO DA LARÍNGE – devido acidente ou engasgo traumático que se cristaliza no físico como bronquite alérgica ou asmática: Capim Luz.

CARÊNCIA AFETIVA – sentimento de separatividade: Sorgo, Melissa, Embaúba, Unitatum.

CIÚME: Limão, Embaúba, Melissa.

CONVIVER EM GRUPO – dificuldade: Sorgo, Melissa, Unitatum.

CONVULSÃO – devido estresse ou nervosismo: Abricó, Triunfo, Melissa, Verbena, Arnica Silvestre.

DEBILIDADE GERAL PSICOLÓGICA E FÍSICA: Ipê Roxo, Melissa, Gerânio, Patiens, Dulcis, Allium, Mangífera, Leucantha, Pepo, Goiaba, Limão, São Miguel.

DEPRESSÃO – combate: Thea, Bom Dia, Gerânio, Saint Germain, Embaúba, São Miguel, Melissa.

DESCONTROLE SEXUAL: Tuia, Amygdalus, Sapientum, Allium, São Miguel.

DIFICULDADE NO APRENDIZADO – nos treinamentos: Thea, Sapientum.

DIARRÉIA – devido medo: Goiaba.

EXITAÇÃO NERVOSA: Cidreira, Verbena, Melissa, Allium, São Miguel, Grevílea, Scorpius.

FEBRE DEVIDO SENTIMENTO DE TRISTEZA: Perpétua, Thea, Allium, Patines, Verbena, Erianthum.

FERIDAS – devido sentir-se ferido internamente: Embaúba, Sapintum, Verbena, Limão, Algodão, Leucantha, Unitatum, Arnica Silvestre, Goiaba.

FILHOTES DOADOS OU VENDIDOS – sentimento de saudade: Leucantha, Perpétua, Melissa.

GRAVIDEZ PSICOLÓGICA(ARQUÉTIPO DA MÃE INTERNA MAL FORMADO): Leucantha, Melissa.

IMATURIDADE: Sapientum, Unitatum, Leucantha, Melissa.

INFLAMADOS -temperamento: Verbena.

IRRITADOS: Verbena, Grevílea.

INSEGUROS: Leucantha, Melissa, Unitatum, Sorgo.

MANIAS: Coronarium.

MAUS HÁBITOS: Flor Branca, Piper.

MAU HUMORADOS: Erianthum, Bom Dia.

MEDOS: Goiaba, Allium, Focum, Panicum, São Miguel.

MAGOADOS: Embaúba.

MORDIDOS: Limão, Ipê Roxo, Gerânio, Emergencial.

NERVOSISMO: Grevílea, Cidreira, Melissa, Limão, Allium, São Miguel, Goiaba, Focum, Panicum.

PERDA DA MÃE OU DONO: Perpétua, Leucantha, Melissa.

RAIVA – SENTIMENTO: Grevílea.

REJEITADOS: Unitatum, Melissa, Leucantha, Embaúba, Sorgo.

SAUDADE – sentimento: Perpétua, Leucantha.

TEIMOSIA: Erianthum, Verbena.

TOSSE DEVIDO DEPRESSÃO OU TRISTEZA: Perpétua, Allium, Amygdalus, Goiaba, Limão, verbena, São Miguel, Sorgo, Embaúba.

TRISTEZA: Leucantha, Melissa, Perpétua.

URTICÁRIA DEVIDO NERVOSISMO: Leucantha, Tuia, Sapientum, Allium.

VÍCIOS – ABANDONAR: Saint Germain, Allium, São Miguel, Cidreira, Curculigum, Arnica Silvestre, Flora Branca.

VÔMITOS – devido medo ou nervosismo: Pepo, Limão, Aloe, Erianthum

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